A qualidade da alimentação dos adolescentes durante a transição para a fase adulta.

28 de junho de 2017

Por  Abykeyla Mellisse Tosatti

Em cada fase da vida, a necessidade de certos nutrientes faz o hábito alimentar saudável ser essencial para a qualidade de vida e bem-estar, capaz de evitar ou  diminuir déficits, doenças crônicas, carências e/ou excessos  nutricionais. Para compreender sobre as influências alimentares e comportamentais que acontecem na transição da adolescênci

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23 de maio de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Estudantes da oitava série, com início das atividades escolares antes das 8h00 da manhã, apresentaram má qualidade do sono, notas mais baixas e lições de casa inconclusivas.

Um estudo de coorte publicado no Journal of Adolescent Health, do Sistema Nacional de Saúde das Crianças, em Washington, nos Estados Unidos, teve como objetivo descobrir o impacto do horário de entrada escolar (07h20 – 8h10), com a saúde do sono e o desempenho escolar em adolescentes. A puberdade provoca inúmeras mudanças comportamentais e no organismo, que modificam os horários de acordar e dormir, tornando-os mais tardios, porém os horários escolares não acompanham esse atraso. Muitas escolas andam na contramão das modificações orgânicas dos adolescentes – no ensino médio costuma-se adotar o horário matutino. Por isso, os autores recrutaram 26.440 adolescentes para analisar suas notas, desempenho escolar (lição de casa concluída ou não) e o sono. Ficou claro que, os alunos que entram na escola antes das 8h, mostraram baixo desempenho e rendimento escolar (notas mais baixas e lições de casa inconclusivas), e a qualidade e quantidade do sono foram comprometidos (duração do sono: menos de 8h). Vale lembrar que a adoção do horário matutino para o ensino

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10 de março de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Cerca de 8 anos após o diagnóstico de diabetes na infância, 72% dos pacientes com diabetes tipo 2 e 32% com diabetes tipo 1 tinham, pelo menos, uma complicação.

São seis as principais complicações relacionadas ao diabetes: doença renal, retinopatia, neuropatia periférica, neuropatia autonômica cardiovascular, rigidez arterial e hipertensão. Essas complicações foram analisadas em um estudo observacional, publicado no JAMA, onde os autores examinaram a prevalência de complicações relacionadas ao diabetes tipo 1 e tipo 2 entre adolescentes e jovens adultos que tinham sido diagnosticados com a doença durante a infância e adolescência, em cinco locais dos Estados Unidos.

Após angariar dados de 2018 pacientes com diabetes tipo 1 e tipo 2 diagnosticados antes dos 20 anos, os autores observaram que 72% dos pacientes com diabetes tipo 2 tinham, pelo menos, uma complicação relacionada com a doença. “Após os ajustes, com média de aproximadamente 8 anos após o diagnóstico, os pacientes com diabetes tipo 2 tiveram maiores chances de obter doença renal, retinopatia e neuropatia periférica, além de apresentarem maior índice de massa corporal e pressão arterial média”, ress

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31 de outubro de 2016

Ficar mais de três horas por dia em frente televisão pode ser um desastre para a saúde, e colaborar para o ganho de peso na adolescência.

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência.

Apesar de prazeroso, ficar sentado no sofá assistindo TV, pode ser extremamente prejudicial saúde. Parece exagero, mas estudos mostram que assistir a três horas, ou mais, de televisão por dia pode ser associado diretamente com o aumento de 93% de risco de morte por qualquer doença.

Esses dados são alarmantes e extremamente preocupantes para nós, brasileiros, visto que, gastamos em média, quatro horas por dia diante de uma telinha, de acordo com os dados da ultima Pesquisa Brasileira de Mídia.

Estudos mostram que sentar em frente TV pode estimular hábitos ruins - os adolescentes que permanecem mais tempo em frente televisão, consomem mais doces e bebidas açucaradas. O excesso de peso na adolescência provoca muitos problemas de saúde, aumentando o risco de diabetes, pressão alta, doenças cardíacas, câncer, excesso de peso na idade adulta e vida útil mais curta.

Uma pesquisa, divulgada no Journal of Nutrition Education and Behavior, sugere

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