E por falar em beleza… – RECADO ÀS ADOLESCENTES E JOVENS

1 de abril de 2005

Claro que todo mundo quer ser bonito ! Quando uma adolescente descreve como gostaria de ser habitualmente destaca um tipo totalmente diverso daquilo que efetivamente é. Há acentuada insatisfação quanto a formas de ser, com algum aspecto físico, rosto ou corpo ou algum “defeito” que muitas vezes só ela vê mas que a torna infeliz pela importância exagerada que a ele confere. Em meu trabalho com modelos, jovens e mulheres privilegiadas ou consideradas perfeitas, encontro um grau de insatisfação consigo próprias acentuadamente maior que entre as jovens não modelos! Sim senhora! Elas questionam a própria beleza muito mais que as não modelos! Também elas têm a sensação de uma “feiúra imaginária”! O que podemos concluir deste fato? Que, muito mais do que SER bonita e ESTAR bonita é importante SENTIR-SE bonita. Continue procurando cuidar-se! Exerça a sua vaidade mas sem obsessões ! A beleza é um estado de espírito! Ser bonita, sob certos aspectos, é ser feliz consigo própria! É respeitar os próprios limites, a própria individualidade. BELEZA É UMA QUESTÃO DE IMAGEM E DE AUTO-IMAGEM! Sim! Você somente irá exercer sua beleza se o “retrato mental” que tiver de si própria for adequado! Qualquer intervenção estética é válida desde que você a “curta”. Mas, por favor, ao procurar a beleza lembre-se que por traz da jovem existe uma pesso

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1 de abril de 2005

Comi um pedaço de bolo no trabalho. Era aniversário de uma colega. De cara pensei “está tudo perdido!” “Vou estragar minha dieta!”. Saí do escritório, passei em um Supermercado e comprei doces e sorvetes. Afinal, “perdido por um...” Em casa, devorei tudo isso e muito mais. Dor, culpa, arrependimento e...mais comida. Final de mais uma dieta“! Mais uma frustração, auto-estima lá em baixo! (Depoimento de Maria Lucia, 28 anos)”. Esse relato, típico de pessoa com compulsão alimentar, revela o lado “gordo” de nossa amiga. Sua forma distorcida de avaliar a realidade a levou, como vem levando, a comportamentos errôneos em relação a seu peso, ao alimento. Pensamentos que refletem crenças errôneas, não questionadas. Naturalmente todos os seus colegas comeram a fatia de bolo. Aqueles de “cabeça magra” voltaram a seu trabalho e não mais pensaram no assunto. Nem se iriam “compensar” deixando de comer isso ou aquilo na janta. Cada qual voltou para sua casa e tocou sua vida, inclusive em termos alimentares. Qual a diferença entre eles e Maria Lucia?
Nela a perspectiva de comer um pedaço de bolo provocou, por experiências passadas, pensamentos automáticos distorcidos, do tipo “está tudo perdido”, “estraguei tudo” que a levaram a culpa e motivaram o descontrole. Como poderia ter agido, se fosse possível voltar no tempo?
Seu comportamen

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