Seletividade Alimentar

17 de março de 2017

A seletividade alimentar é caracterizada por desinteresse por alimentos, recusa alimentar – total ou parcial -, e, pouco apetite. É um comportamento peculiar da fase pré-escolar e pode acentuar-se e permanecer até a adolescência e a fase adulta. Estima-se que a seletividade é mais frequente em crianças de 4 a 24 meses – 19% a 50% dos casos -, nas percepções e relatos de pais e cuidadores. Quando a rejeição aos alimentos afeta a saúde, o crescimento, o desenvolvimento e o comportamento da criança, resulta em sérios problemas.

Em um estudo da Universidade Duke, nos Estados Unidos, os autores relacionaram níveis moderados e graves de seletividade alimentar a distúrbios psiquiátricos - ansiedade, depressão, déficit de atenção/hiperatividade. Ao analisar 917 crianças entre 2 e 6 anos, a equipe da Nancy Zucker observou que as mais exigentes  mesa tinham um risco duas vezes maior de apresentar sintomas de ansiedade e depressão. O

Postado em Dificuldades Alimentares por Aby Tosatti | Tags:
24 de março de 2016

Por Dr. Mauro Fisberg, Abykeyla Mellisse Tosatti e Camila Leonel Abreu

Uma alimentação adequada durante a infância é essencial para a saúde ao longo da vida e o bem-estar. As boas regras da alimentação já começam na infância, desde o nascimento, pela amamentação exclusiva até os seis meses de vida, para obter um ótimo crescimento, desenvolvimento e saúde. Daí em diante, para satisfazer as suas necessidades em evolução nutricional, as crianças devem receber uma alimentação complementar nutricionalmente adequada e segura, enquanto continua o aleitamento materno até aos dois anos como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a UNICEF. A industrialização, a urbanização, o desenvolvimento econômico e tecnológico, acarretaram mudanças na alimentação e no estilo de vida, aumentando dramaticamente a prevalência de obesidade no mundo, caracterizando a transição nutricional, em que a desnutrição apresenta acentuado declínio e a obesidade emerge como grave problema de saúde pública. No entanto, aproximadamente 51% das mães de todo o mundo referem que estão preocupadas com o fato de seu filho não comer de forma adequada. O tratamento desta situação deve ser baseado no conhecimento da causa e da individualização do problema, por meio de equipes multidisciplinares especializadas.

30 de julho de 2015

Crianças que não comem: o que diz a ciência

Estudo mostrou 4 tipos de crianças que apresentam comportamento seletivo na hora de comer. Confira a matéria da nossa Nutricionista Priscila Maximino para a Revista Crescer, acesse: http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Comportamento/noticia/2015/07/criancas-que-nao-comem-o-que-diz-ciencia.html

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