Ingestão de fibra alimentar em relação ao risco de doença renal crônica

5 de fevereiro de 2018
Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Um estudo prospectivo de base populacional publicado pelo British Journal of Nutrition, em janeiro de 2018, mostrou que para cada 5g/dia a mais no consumo de fibra alimentar, há uma redução de 11% no risco de doença renal crônica (DRC). Após ajuste de acordo com cada variável - idade, sexo, tabagismo, ingestão total de energia, atividade física, diabetes e utilização de inib
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22 de janeiro de 2018

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Sukshma S. Sharma e sua equipe, recentemente chamaram a atenção para a importância da ingestão adequada de macronutrientes durante a gestação, em um estudo publicado no Bristish Journal of Nutrition. Os autores investigaram a associação entre a ingestão alimentar de macronutrientes e seus subcomponentes durante a gestação, tais como os sacarídeos e os ácidos graxos, e o peso do bebê ao nascer. Para a análise, foram recrutadas  1.196 mulheres – em sua primeira gestação – que participaram do estudo Cafeína e saúde Reprodutiva em Leeds, no Reino Unido, entre 2003 e 2006. As mulheres foram entrevistadas em cada trimestre da gravidez.  De acordo com o estudo, a alimentação materna no 1º trimestre, mostrou que a cada 10 g do consumo adicional de carboidratos por dia foi associado ao aumento de 4g no peso do bebê ao nascer. Por outro lado, um consumo adicional de 10 g/dia de gordura foi associado a um menor peso no nascimento de 8 g – de acordo com as recomendações ideais de macronutrientes para cada participante, altura materna, peso,  etnia, idade gestacional no parto e sexo do bebê. A alimentação materna no 2º trimestre mostrou que o consumo maior do que o recomendado de glico

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11 de janeiro de 2018

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

As crianças obesas aos 2 anos apresentam uma probabilidade de 75% de serem obesas na idade de 35 anos.

Embora a atual epidemia de obesidade em crianças e adultos tem sido bem documentada, pouco se sabe sobre os riscos da obesidade a longo prazo, levando em consideração a idade atual e o peso das crianças. Um estudo publicado no The New England Journal of Medicine, em novembro de 2017, desenvolveu um modelo de simulação para estimar o risco de obesidade aos 35 anos na população atual de crianças dos Estados Unidos. Os autores analisaram o IMC (Índice de Massa Corporal) de 42.000 crianças e adolescentes, com idade entre 2 e 19 anos, e adultos. A obesidade grave foi definida como IMC ≥35 em adultos e ≥120% do percentil 95 para a idade em crianças.

Entre as descobertas e previsões do modelo:

  • Com base nos níveis atuais de IMC, 57% das crianças serão obesas na idade de 35 anos.
  • A prevalência da obesidade aumentou dos 2 aos 19 anos.
  • Entre as crianças obesas, a probabilidade de obesidade aos 35 anos aumentou de 75% em crianças de 2 anos para 88% em jovens de 19 anos.
  • Entre as crianças eutróficas, a probabilidade

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28 de novembro de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Erica Allan e sua equipe trabalharam em um estudo randomizado na Austrália, com 102 famílias (média de idade dos filhos 15,5 anos), a fim de comparar o efeito da terapia familiar conjunta (TFC) e da terapia familiar (TF) – somente com os pais – no tratamento de anorexia nervosa em adolescentes.  Resultado: pais muito críticos contribuem para resultados insatisfatórios e ineficazes, como, por exemplo, o abandono do tratamento de anorexia nervosa. Revela-se que a terapia familiar focada somente com os pais, mostrou melhores resultados.

“Embora o estudo tenha sido pequeno, as descobertas reforçam a importância do envolvimento familiar (terapia familiar para os pais), evitando conflitos,  super proteção , rigidez e críticas que contribuem para a correção ou redução do problema, auxiliando no transtorno da anorexia nervosa”, concluem os autores. Por fim, sobre o envolvimento parental (principalmente da mãe), foi visto como decisivo no desenvolvimento, manutenção e tratamento da anorexia nervosa, pois acabam sendo realizados os processos  com mais apoio e menos condenação e crítica.

  Referência: Allan E

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