Enxaqueca e Déficit de atenção na infância

17 de fevereiro de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Enxaqueca é uma doença comum entre as crianças brasileiras - atingindo cerca de 3,7% a 17,1% dos pequenos. Além de causar desconforto com as crises de dores, pode interferir na relação familiar, trazer atrasos escolares e isolamento social – por não conseguir participar das brincadeiras, atividades esportivas e de lazer. Um estudo publicado no Journal of Child Neurology, mostrou que crianças com enxaqueca estão mais propensas ao déficit de atenção, mesmo no intervalo livre de dor. Os autores avaliaram 82 crianças, entre 8 e 12 anos de idade do Setor de Investigação e Tratamento das Cefaleias (SITC), em São Paulo. Os participantes mirins foram divididos em três grupos: crianças com enxaqueca sem tratamento, crianças em tratamento e crianças controle saudáveis. Após análises, a equipe de Thaís Villa verificou que durante os testes realizados, as crianças do grupo “sem tratamento” apresentaram déficit de atenção, além de níveis altos de impulsividade e ansiedade. Com o resultado apresentado, se a criança queixar com frequência de dor de cabeça, acompanhado ou não de enjoo, vômito, tontura, queda, visão embaçada, aversão claridade e alteração do humor, é recomendado buscar urgentemente a ajuda

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31 de janeiro de 2017

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27 de janeiro de 2017
Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Evidências científicas mostram que a formação do hábito alimentar da criança sofre forte influência de múltiplos fatores, incluindo comunidade, sociedade e família.

O simpósio, organizado pelo Instituto Danone Internacional, durante o III Conferência Internacional sobre Nutrição e Crescimento, em março de 2016, teve como objetivo abordar o tema: Refeições em família e o papel dos pais na formação das práticas alimentares dos filhos.

O conteúdo do e-book contém os seguintes tópicos:

  • Como ajudar os pais a modelar práticas alimentares saudáveis, Jayne Fulkerson (University of Minnesota, EUA)
  • Prática de refeições em família e qualidade da dieta das crianças, Luis Moreno (Universidade de Zaragoza, Espanha)
  • Os benefícios da refeição em família, Jess Haines (Universidade de Guelph, Canadá)

 

27 de janeiro de 2017
Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Os jogos eletrônicos fazem parte da rotina de muitas crianças, que já nascem com acesso tecnologia. A brincadeira traz muitas vantagens para as crianças, mas desde que haja limites e horários pré-estipulados. Foi o que mostrou o estudo publicado na revista Annals of Neurology, em 2016. Para avaliar o efeito dos jogos eletrônicos, Jesus Pujol e colaboradores avaliaram 2.442 crianças com idade entre 7 e 11 anos, em Barcelona, na Espanha.

Entre os jogos mais populares do estudo, estavam: Super Mario Brothers, FIFA e Wii Sports. Os autores constataram que as crianças que jogavam, em média, duas horas de videogame na semana, apresentavam melhor desempenho escolar e desenvolviam mais habilidades psicomotoras. Uma ressalva, o benefício continuou sendo o mesmo para os que não ultrapassavam nove horas semanais de jogos. “Para os que costumavam ficar mais de nove horas por semana jogando videogame, apresentavam-se problemas comportamentais, queda no rendimento escolar e dificuldade para dormir”, concluem os autores. “As crianças se tornam menos sociáveis, porque o tempo gasto com os games limita o tempo de outras atividades de lazer”, completam.

Tendo em vista os argument

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