Considerações sobre a Interface da Psicopedagogia e Áreas Afins*

7 de abril de 2005

Este tema (interface) vem ocupando meus pensamentos, de forma tão insistente e perturbadora, principalmente depois que comecei a trabalhar com uma equipe multidisciplinar no Centro Atendimento e Apoio ao Adolescente na UNIFESP, antiga Escola Paulista de Medicina. Até, então, minha atuação principal vinha sendo no atendimento terapêutico no consultório e preventiva nas instituições escolares, que limita a troca com outros profissionais não ligados educação. Neste Centro participam profissionais de diversas áreas, como médicos, fonoaudiólogos, psiquiatras, assistente social, nutricionista, etc. Nesta experiência, venho de deparando com as questões que envolvem a interface, essencialmente nas discussões dos casos clínicos. Confesso que não foi, e nem é, uma tarefa fácil formalizar minhas reflexões, feitas, até então, de maneira informal, solta. Procurei pontos que não me levassem zonas de conflito, e descobri quanto este tema – interface - já é conflituoso. O resultado são algumas notas, evidenciando um ponto a respeito de uma questão de fronteiras. Estou falando dos problemas de jurisdição entre psicopedagogia, pedagogia, psicologia e fonoaudiologia. Para poder compreender um pouco mais a questão da complexidade da “interface”, é preciso analisar, verificar quais são os pontos de intersecção e quais são os pontos que se diferenciam,

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7 de abril de 2005

Weight Management Expert Column
Treating Obesity in the Primary Care Setting Introduction
Even though many patients who visit a primary care office are overweight or obese, healthcare providers often shy away from treating these patients, citing lack of time and resources as barriers to treatment. As the prevalence of obesity continues to rise, the implementation of a brief, direct, and effective intervention can provide satisfaction to both the patient and healthcare provider, and can improve the patient"s health status. Office Assessment of Obesity
Body Mass Index and Waist Circumference A practical and efficient approach highlights the role of the practitioner as the agent of change. Begin with a measurement of the patient"s height and weight, and then record the patient"s body mass index (BMI) taken from a BMI chart, which should be conveniently located near the scale. The BMI table measures body weight (in kilograms) relative to height (in meters squared) for both men and women (BMI = kg/m2), and is the most common diagnostic tool used in treating obesity.[1] Measuring the patient"s BMI provides a single number, which, like a cholesterol level, allows physicians to classify patients into groups and assign appropriate therapy based in part on the severity of excess weight. BMI is used to define the degree of overweight or obesity in patients and their ri

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7 de abril de 2005

As pessoas que sofrem de males inflamatórios do intestino, entre eles a doença de Crohn e a colite, podem ganhar uma altenativca de tratamento baseado em beber uma solução com ovos de um parasita intestinal. Segundo artigo da revista New Scientist, estudiosos dos Estados Unidos declararam que desenvolveram uma bebida com ovos do verme Trichuris trichiura, causador da tricuríase. Exames comprovaram que a ingestão da bebida e o desenvolvimento dos parasitas no intestino do doente podem reduzir a dor abdominal, o sangramento e até a diarréia características destes males. Para os estudiosos, a bebida, chamada TSO, pode começar a ser comercializada nos Estados Unidos no próximo mês. A venda depende apenas de aprovação por órgãos competentes. Supostamente, algumas doenças inflamatórias do intestino são reflexo de um sistema imunológico hiperativo em alguns pacientes, por isso a ingestão de vermes seria eficaz.
Os tratamentos convencionais para essa doenças, que são incuráveis, utilizam esteróides. Apesar de reduzirem as inflamações, esses medicamentos causam efeitos colaterais.

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7 de abril de 2005

O tamanho do risco de desenvolver câncer de mama na pós-menopausa está também na balança. Uma pesquisa da Sociedade Americana de Câncer constatou que mulheres que engordam de 9,5 a 14 quilos dos 18 anos até a pós-menopausa têm risco 40% maior de ter a doença do que as que ganharam até 2,5 quilos. O estudo, feito com 62.756 mulheres na pós-menopausa, confirma o que já era bem conhecido pelos médicos: a obesidade é mais um fator de risco para câncer de mama, ou seja, aumenta a possibilidade de que a doença se desenvolva. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), houve 41.610 casos novos de câncer de mama no Brasil e 9.335 mortes em 2003. Esse é o tipo de câncer que mais mata as brasileiras em números absolutos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo de 11 de março de 2004

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