O adolescente e o desejo de ganho de massa muscular

7 de abril de 2005

A adolescência é uma fase importante da vida, onde ocorrem diversas mudanças, como crescimento, desenvolvimento e maturação sexual. A atividade física realizada nessa fase pode ajudar no reforço imunológico e auxiliar no desenvolvimento da coordenação e percepção, além de aumentar a sociabilização e provocar a diminuição de riscos de desenvolver diversas doenças na idade adulta. O nutricionista esportivo hoje se depara com um número cada vez maior de adolescentes fisicamente ativos, que freqüentam além das aulas de Educação Física nas escolas e parques, as academias. A avaliação do esportista ou atleta adolescente inclui: antropometria (incluindo maturação sexual, avaliada pelo médico), padrões bioquímicos (hemograma completo, estado nutricional do ferro, glicemia, CPK, 3-metil-histidina, entre outros) e dietéticos. A partir desses dados coletados, o nutricionista estará apto a predizer necessidades energéticas e orientar corretamente alimentação (e suplementação quando se faz necessário). A alimentação deve fornecer 50-60% de carboidratos, incentivando o consumo de alimentos de baixo a moderado índice glicêmico, 15-20% de proteínas e 30% em gorduras, procurando orientar quanto ao consumo abusivo de gorduras dos tipos: saturada e trans, e incentivar consumo de alimentos fontes de ácidos graxos essências, frutas e verduras. É precis

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24 de março de 2005

Comida a peso só poderia aparecer num país de tanta convergência étnica e tão baixa tradição culinária quanto o Brasil. O arroz, o feijão preto, um pedaço de paio e uma costelinha estão arranjados como um diminuto jardim em torno de um enorme obelisco vermelho, que é um pedaço de melancia cortada com apuro e assentado sobre uma “grama” de couve. Arrumados nos quadrantes do prato, quatro sushis lembram banquinhos nessa minipraça comestível. Tudo deu 450 gramas. A secretária gordinha sorri satisfeita, enquanto busca um canto para se sentar mesa de sua amiga, que está diante de um prato com macarrão ao molho branco e bacon, banana fatiada e sushi.

 Estamos num “kilo”, evidentemente. A grafia com “k” mostra que, apesar do vínculo com o “quilo” (a balança), nada se assemelha a esta invenção brasileira.

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