Considerações sobre a Interface da Psicopedagogia e Áreas Afins*

6 de abril de 2005

Este tema (interface) vem ocupando meus pensamentos, de forma tão insistente e perturbadora, principalmente depois que comecei a trabalhar com uma equipe multidisciplinar no Centro Atendimento e Apoio ao Adolescente na UNIFESP, antiga Escola Paulista de Medicina. Até, então, minha atuação principal vinha sendo no atendimento terapêutico no consultório e preventiva nas instituições escolares, que limita a troca com outros profissionais não ligados à educação. Neste Centro participam profissionais de diversas áreas, como médicos, fonoaudiólogos, psiquiatras, assistente social, nutricionista, etc. Nesta experiência, venho de deparando com as questões que envolvem a interface, essencialmente nas discussões dos casos clínicos. Confesso que não foi, e nem é, uma tarefa fácil formalizar minhas reflexões, feitas, até então, de maneira informal, solta. Procurei pontos que não me levassem à zonas de conflito, e descobri quanto este tema – interface - já é conflituoso. O resultado são algumas notas, evidenciando um ponto a respeito de uma questão de fronteiras. Estou falando dos problemas de jurisdição entre psicopedagogia, pedagogia, psicologia e fonoaudiologia. Para poder compreender um pouco mais a questão da complexidade da “interface”, é preciso analisar, verificar quais são os pontos de intersecção e quais são os pontos que se diferencia

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6 de abril de 2005

O resultado do estudo de AREDS Report nº8, Arch Ophtalmol. 119: 1417, 2001 relata um risco reduzido no desenvolvimento de AMD (degeneração macular avançada)em um grupo de risco avaliado na populaçao americana, que consumiu uma alta dose de antioxidantes e suplementos com zinco. Essa suplementação consistia de vitamina C(500 mg), vitamina E(400 IU), B-caroteno(15 mg), zinco(80 mg) e cobre(2 mg). Dentro desse relato o grupo utilizou  o resultado de exames clínicos para estimar as pessoas do grupo de risco na população americana, o qual poderia evitar o avanço da AMD nos próximos 5 anos se estes seguirem o formulário da AREDS (estudo das doenças dos olhos de acordo com a idade). Oito milhões de pessoas foram identificadas com alto risco para o avanço da AMD, sendo estimado que 1.3 milhões poderão desenvolver a AMD avançada se não tiverem tratamento. Então se estes 8 milhões de pessoas fizerem a prevenção, cerca de 300 mil poderão evitar o avanço da AMD associada com a perda de visão nos próximos 5 anos.

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6 de abril de 2005

Weight Management Expert Column
Treating Obesity in the Primary Care Setting Introduction
Even though many patients who visit a primary care office are overweight or obese, healthcare providers often shy away from treating these patients, citing lack of time and resources as barriers to treatment. As the prevalence of obesity continues to rise, the implementation of a brief, direct, and effective intervention can provide satisfaction to both the patient and healthcare provider, and can improve the patient"s health status. Office Assessment of Obesity
Body Mass Index and Waist Circumference A practical and efficient approach highlights the role of the practitioner as the agent of change. Begin with a measurement of the patient"s height and weight, and then record the patient"s body mass index (BMI) taken from a BMI chart, which should be conveniently located near the scale. The BMI table measures body weight (in kilograms) relative to height (in meters squared) for both men and women (BMI = kg/m2), and is the most common diagnostic tool used in treating obesity.[1] Measuring the patient"s BMI provides a single number, which, like a cholesterol level, allows physicians to classify patients into groups and assign appropriate therapy based in part on the severity of excess weight. BMI is used to define the degree of overweight or obesity in patients and their ri

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6 de abril de 2005

Com a agitação da vida moderna, restaurantes, cadeias de fast-food, cafés, lojas de conveniência ou a mercearia da esquina tornaram-se os locais mais freqüentados para a realização das refeições. Essa associação de falta de tempo com consumo elevado de alimentos ricos em calorias e pouco nutritivos têm favorecido uma condição de saúde preocupante: o excesso de peso. Considerado como uma epidemia global e um dos principais problemas de saúde da atualidade, o excesso de peso chama a atenção não só de autoridades médicas, mas de toda a sociedade. É cada vez mais comum encontrar crianças, adolescentes e adultos com uma silhueta mais rechonchuda. A preocupação não é devido à estética e sim a questões de saúde, uma vez que o acúmulo de gordura no corpo é um fator que determina os riscos para desenvolver outras doenças, como por exemplo, problemas do coração, pressão alta, aumento de colesterol e triglicérides e diabetes. Como resposta a este fato, não faltam no mercado livros que ajudam a emagrecer. Contudo, é preciso lembrar que é preciso abandonar alguns "maus hábitos" para acertar os ponteiros com a balança. Na verdade, não existe uma fórmula para perda de peso. O segredo está em comer de tudo um pouco, de forma equilibrada; começar a fazer atividade física para gastar as calorias e hidratar o organismo com bastante líquido. Nem sem

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