Sobrevivência nos dias de hoje…

7 de abril de 2005

As pessoas que sofrem de males inflamatórios do intestino, entre eles a doença de Crohn e a colite, podem ganhar uma altenativca de tratamento baseado em beber uma solução com ovos de um parasita intestinal. Segundo artigo da revista New Scientist, estudiosos dos Estados Unidos declararam que desenvolveram uma bebida com ovos do verme Trichuris trichiura, causador da tricuríase. Exames comprovaram que a ingestão da bebida e o desenvolvimento dos parasitas no intestino do doente podem reduzir a dor abdominal, o sangramento e até a diarréia características destes males. Para os estudiosos, a bebida, chamada TSO, pode começar a ser comercializada nos Estados Unidos no próximo mês. A venda depende apenas de aprovação por órgãos competentes. Supostamente, algumas doenças inflamatórias do intestino são reflexo de um sistema imunológico hiperativo em alguns pacientes, por isso a ingestão de vermes seria eficaz.
Os tratamentos convencionais para essa doenças, que são incuráveis, utilizam esteróides. Apesar de reduzirem as inflamações, esses medicamentos causam efeitos colaterais.

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7 de abril de 2005

O tamanho do risco de desenvolver câncer de mama na pós-menopausa está também na balança. Uma pesquisa da Sociedade Americana de Câncer constatou que mulheres que engordam de 9,5 a 14 quilos dos 18 anos até a pós-menopausa têm risco 40% maior de ter a doença do que as que ganharam até 2,5 quilos. O estudo, feito com 62.756 mulheres na pós-menopausa, confirma o que já era bem conhecido pelos médicos: a obesidade é mais um fator de risco para câncer de mama, ou seja, aumenta a possibilidade de que a doença se desenvolva. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), houve 41.610 casos novos de câncer de mama no Brasil e 9.335 mortes em 2003. Esse é o tipo de câncer que mais mata as brasileiras em números absolutos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo de 11 de março de 2004

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24 de março de 2005

Comida a peso só poderia aparecer num país de tanta convergência étnica e tão baixa tradição culinária quanto o Brasil. O arroz, o feijão preto, um pedaço de paio e uma costelinha estão arranjados como um diminuto jardim em torno de um enorme obelisco vermelho, que é um pedaço de melancia cortada com apuro e assentado sobre uma “grama” de couve. Arrumados nos quadrantes do prato, quatro sushis lembram banquinhos nessa minipraça comestível. Tudo deu 450 gramas. A secretária gordinha sorri satisfeita, enquanto busca um canto para se sentar mesa de sua amiga, que está diante de um prato com macarrão ao molho branco e bacon, banana fatiada e sushi.

 Estamos num “kilo”, evidentemente. A grafia com “k” mostra que, apesar do vínculo com o “quilo” (a balança), nada se assemelha a esta invenção brasileira.

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