Saúde

6 de abril de 2005

O que faz bem pra saúde?
Cada semana, uma novidade.
A última foi que pizza previne câncer do esôfago.
Acho a maior graça.
Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem,
chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí,
não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz eu me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais os médicos deveriam proibir - como doem!
Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar. Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que

Postado em Saúde e Nutrição por admin
23 de março de 2005

Comida a peso só poderia aparecer num país de tanta convergência étnica e tão baixa tradição culinária quanto o Brasil. O arroz, o feijão preto, um pedaço de paio e uma costelinha estão arranjados como um diminuto jardim em torno de um enorme obelisco vermelho, que é um pedaço de melancia cortada com apuro e assentado sobre uma “grama” de couve. Arrumados nos quadrantes do prato, quatro sushis lembram banquinhos nessa minipraça comestível. Tudo deu 450 gramas. A secretária gordinha sorri satisfeita, enquanto busca um canto para se sentar à mesa de sua amiga, que está diante de um prato com macarrão ao molho branco e bacon, banana fatiada e sushi.

 Estamos num “kilo”, evidentemente. A grafia com “k” mostra que, apesar do vínculo com o “quilo” (a balança), nada se assemelha a esta invenção brasileira.

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