Fome Oculta: será que você está comendo o que realmente precisa?

7 de abril de 2005

A palavra fome pode ser entendida de várias formas. Pode representar um conjunto de sensações despertadas pela necessidade do alimento ou ser sinônimo de miséria e pobreza. Outras vezes, é associada a campanhas de combate a falta de alimentos e a desnutrição, principalmente a infantil. Porém um outro tipo de "fome" tem preocupado os especialistas. Trata-se de uma fome que pode passar despercebida e que pode afetar a qualquer um, seja este rico ou pobre, com abundancia ou escassez de alimentos. É a chamada "fome oculta". Definida como a carência não aparente de um ou mais micronutrientes (vitaminas e minerais), a fome oculta é uma condição onde os estoques de vitaminas e minerais começam a baixar e o organismo se ressente, mas sem dar sinais. Os sinais e sintomas só ficam evidentes quando o estágio mais grave da deficiência está instalado. A Organização Mundial da Saúde estabelece que as principais carências nutricionais que mais afetam a população em nível mundial e nacional são as deficiências de iodo, vitamina A e ferro. As conseqüências desta falta no organismo são: • Iodo: é um mineral essencial para o funcionamento da tireóide, glândula que produz os hormônios do crescimento e de controle do metabolismo. A carência do iodo pode provocar o bócio, aumento da tireóide, popularmente conhecido como "papo" e nas gestantes a deficiência p

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24 de março de 2005

Comida a peso só poderia aparecer num país de tanta convergência étnica e tão baixa tradição culinária quanto o Brasil. O arroz, o feijão preto, um pedaço de paio e uma costelinha estão arranjados como um diminuto jardim em torno de um enorme obelisco vermelho, que é um pedaço de melancia cortada com apuro e assentado sobre uma “grama” de couve. Arrumados nos quadrantes do prato, quatro sushis lembram banquinhos nessa minipraça comestível. Tudo deu 450 gramas. A secretária gordinha sorri satisfeita, enquanto busca um canto para se sentar à mesa de sua amiga, que está diante de um prato com macarrão ao molho branco e bacon, banana fatiada e sushi.

 Estamos num “kilo”, evidentemente. A grafia com “k” mostra que, apesar do vínculo com o “quilo” (a balança), nada se assemelha a esta invenção brasileira.

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