Comportamento alimentar das crianças – uma revisão da investigação experimental.

7 de abril de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Certas atitudes das crianças, como, por exemplo as escolhas alimentares, suas preferências, a aceitação, quantidade e tipo dos alimentos que são ingeridos e a neofobia – repulsa ao que é novidade -, causam grande preocupação e estresse aos pais.

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1 de março de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Amamentar não é apenas nutrir a um bebê, é um elo que envolve profundamente mãe e filho, com impacto no estado nutricional da criança – desenvolvimento cognitivo e emocional e a habilidade de defesa contra infecções -, além de ter implicações na saúde psicológica e física da mãe. Apesar das muitas evidências científicas mostrando a vantagem da amamentação sobre outras formas de alimentar a uma criança pequena, as taxas de aleitamento materno no Brasil, em especial as de amamentação exclusiva, estão bastante aquém do recomendado. Acontece que algumas mulheres não podem amamentar - como, por exemplo, as que fazem uso de quimioterápicos para tratamento de câncer, ou que foram infectadas pelo vírus HIV -, e outras que simplesmente não conseguem levar o aleitamento adiante. Mas por quê? Será que existe alguma relação entre o IMC (Índice de Massa Corporal) da mãe e a duração do tempo de amamentação?

Para responder a essa questão, um estudo de coorte, publicado no European Journal of Clinical Nutrition, avaliou 4231 crianças - aos 3, 12, 24 e 48 meses de idade - para reunir informações sobre as características maternas e das crianças - incluindo padrões de amamentação, IMC da mãe e a dura

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17 de fevereiro de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Enxaqueca é uma doença comum entre as crianças brasileiras - atingindo cerca de 3,7% a 17,1% dos pequenos. Além de causar desconforto com as crises de dores, pode interferir na relação familiar, trazer atrasos escolares e isolamento social – por não conseguir participar das brincadeiras, atividades esportivas e de lazer. Um estudo publicado no Journal of Child Neurology, mostrou que crianças com enxaqueca estão mais propensas ao déficit de atenção, mesmo no intervalo livre de dor. Os autores avaliaram 82 crianças, entre 8 e 12 anos de idade do Setor de Investigação e Tratamento das Cefaleias (SITC), em São Paulo. Os participantes mirins foram divididos em três grupos: crianças com enxaqueca sem tratamento, crianças em tratamento e crianças controle saudáveis. Após análises, a equipe de Thaís Villa verificou que durante os testes realizados, as crianças do grupo “sem tratamento” apresentaram déficit de atenção, além de níveis altos de impulsividade e ansiedade. Com o resultado apresentado, se a criança queixar com frequência de dor de cabeça, acompanhado ou não de enjoo, vômito, tontura, queda, visão embaçada, aversão claridade e alteração do humor, é recomendado buscar urgentemente a ajuda

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31 de janeiro de 2017

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