Como promover alimentação saudável entre as crianças dentro de casa?

10 de novembro de 2016

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

O ambiente doméstico é considerado um dos locais mais importantes no que diz respeito ao desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis ​​entre as crianças, uma vez que cerca de 65% a 72% das calorias diárias são consumidas em casa. Mas proporcionar uma alimentação saudável dentro de casa é sempre um desafio, seja para dispor de tempo para o preparo, ou para estimular a criança a conhecer novos sabores. E você? Já parou para pensar em quais estratégias toma para ensinar seus filhos?

Pensando nisso, em um estudo publicado em 2016 na revista Appetite, os autores buscaram analisar quais as barreiras e estratégias os pais enfrentam dia-a-dia para promover uma alimentação saudável em casa e se existe diferença entre os lares de pais com crianças de IMC saudável e com sobrepeso/obesidade.

Os autores entrevistaram 25 pais (sendo 14 pais de crianças com IMC saudável e 11 de crianças com sobrepeso/obesidade). A idade média dos participantes foi de 39 anos. Cerca de 44% relataram trabalhar em tempo integral.

Seis temas surgiram durante a entrevista com os 25 participantes: 1) Pais ocupados e precisam de tempo; 2) O custo dos alimentos é uma barreira no forn

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3 de novembro de 2016

Objetivos: determinar a prevalência de deficiência de vitamina A e os fatores associados em crianças assistidas em creches do Sudoeste da Bahia.

Métodos: estudo transversal envolvendo 303 crianças de 24 a 60 meses assistidas em creches públicas de Vitória da Conquista - BA. Aplicado questionário com pais ou responsáveis e aferidas medidas de peso e estatura das crianças. Amostras de sangue coletadas para análise do retinol sérico, considerando níveis inadequados inferiores a 0,70 µmol/L. O cartão de vacina foi verificado em relação adequação da suplementação de vitamina A. Realizou-se pesagem direta dos alimentos para avaliação do consumo de lipídio e vitamina A. Associação entre as variáveis estudadas e a deficiência de vitamina A foi verificada por meio de regressão logística.

Resultados: prevalência de níveis inadequados de retinol de 13,1% (1,99 ± 1,17 µmol/L); 4,3% baixa estatura e 1,2% magreza. A maioria das crianças (91,7%) estava com as doses de suplementação de vitamina A desatualizadas. As variáveis associadas com deficiência de vitamina A foram a idade da criança inferior ou igual a 34 meses (OR: 2,66; IC95%: 1,23 – 5,74) e idade materna inferior a 26 anos (OR: 2,39; IC9

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31 de outubro de 2016
Jovens adultos com excesso de peso podem ter uma piora na capacidade de se recordar direito das refeições – somando-se cada vez mais provas de uma ligação entre memória e excesso de peso.

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência.

Em um estudo publicado no The Quarterly Journal of Experimental Psychology,  os pesquisadores do Departamento de Psicologia da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, encontraram uma associação entre o alto índice de massa corporal (IMC) e o pior desempenho em um teste de memória recente.

Lucy Cheke e colaboradores testaram 50 participantes (entre 18 a 35 anos) com índices de massa corporal (IMC) variando entre 18 e 51. Os integrantes participaram de um teste de memória conhecido como “Caça ao Tesouro”. Durante dois dias, os participantes esconderam itens em certos ambientes e, apó

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25 de outubro de 2016

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

As crianças nascidas por cesariana apresentam um risco maior de se tornarem obesas no futuro, se comparadas com crianças nascidas por parto normal, sugere um estudo da universidade de  Harvard, publicado no JAMA Pediátrico.

Changzheng e colaboradores investigaram o risco de obesidade entre os nascimentos tanto por cesariana e por parto normal, em 22.068 crianças.

Neste grande estudo prospectivo, as mulheres que tiveram cesarianas, apresentaram índice de massa corporal pré-gestacional superior e eram mais propensas a terem diabetes gestacional e pré-eclâmpsia”, concluem os autores. “Esses resultados demonstraram que entre as famílias, as crianças nascidas por cesariana, 64% eram mais propensas a serem obesas, do que seus irmãos nascidos por parto normal”, afirmam.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra (em inglês)

Referencia: Changzheng Yuan, Audrey J. Gaskins, Ari

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