Tempo de tela portátil está associado a atrasos de fala em crianças

10 de julho de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Quanto mais tempo as crianças com idades entre seis meses e dois anos passarem usando dispositivos portáteis, como smartphones, tablets e jogos eletrônicos, mais provável que eles sofram com atrasos de fala.

Um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, chegou a resultados interessantes sobre o tempo de uso de aparelhos portáteis relacionado ao atraso na linguagem. Segundo os autores da pesquisa, o convívio diário das crianças com as “telas de mão” (tablets e celulares)  – por, pelo menos, 30 minutos diários – aumenta o risco de atraso na fala em 49%. A conclusão surge após a avaliação de mais de 1000 crianças (com idade entre seis meses e dois anos) - 20% delas usavam estes dispositivos por, em média, 28 minutos, de acordo com os seus pais. Após os participantes completarem o primeiro ano e meio de vida, passaram por novas avaliações para que os autores relacionassem o uso de dispositivos portáteis com a capacidade de se expressar verbalmente.

Por outro lado, o grupo de Catherine Birken não encontrou nenhuma ligação aparente entre o tempo usando dispositivo portátil e outros atrasos, como interação social, ou mesmo linguagem corporal ou gestos. Porém, pa

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10 de julho de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Um estudo liderado por Kirk Shelley, do Instituto do Coração do Centro Médico do Hospital Infantil Cincinnati, nos Estados Unidos, aponta que os comportamentos alimentares melhoram significativamente com mudanças na alimentação logo nos primeiros três meses da intervenção. Para chegar a essa conclusão, a equipe de Shelley cruzou informações sobre como dietas podem afetar o hábito alimentar de 102 crianças obesas, com idade entre 7 e 12 anos. As crianças foram distribuídas aleatoriamente em três grupos, para uma intervenção de 12 meses: grupo da dieta de baixo teor de carboidratos – as chamadas low-carbs (LC) –, grupo da dieta com redução da carga glicêmica (RCG) e o grupo da dieta padrão. “Todas as crianças dos três grupos, apresentaram aumento da restrição alimentar cognitiva, e diminuição da fome e da desinibição (perda de controle) durante os primeiros três meses”, concluem os autores. Em suma, é importante ter cuidado redobrado com a alimentação infantil, sabendo que a criança necessita de alimentação equilibrada e saudável para suprir suas necessidades nutricionais diarias e manter seu peso adequado.

Referência: Kirk Shelley, Woo Jessica G, Brehm Bonnie, Daniels Stephen R, Saelens Brian

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28 de junho de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Frutas e legumes são fundamentais para uma alimentação saudável, contudo, seus benefícios vão além da saúde física. Um estudo da  Universidade de Otago, na Nova Zelândia, mostrou que acrescentar diariamente mais frutas e vegetais às refeições, pode melhorar o bem-estar psicológico em menos de 2 semanas. Os autores recrutaram 171 estudantes (67% mulheres, entre 18 e 25 anos), que foram divididos em três grupos. Os participantes do grupo 1 mantiveram seus padrões habituais de alimentação; os do grupo 2 recebiam lembretes via mensagem de texto como incentivo para consumir mais frutas e legumes, e também ganharam um voucher para comprar esses alimentos; os do grupo 3 receberam duas porções diárias adicionais de frutas, verdura e legumes – incluindo cenouras, kiwis, maçã, laranja - para consumir junto com suas dietas normais. No início e no final do estudo, os participantes foram submetidos a avaliações psicológicas que avaliaram humor, vitalidade, motivação, sintomas de depressão e ​ansiedade, e outros determinantes da ​saúde mental e de bem-estar. Em apenas 14 dias, os autores notaram que apenas os integrantes contemplados com o kit de frutas, verduras e legumes (FVL) comeram 3,7 porções desses itens e demonstraram maior vitalidade e motivação, enquanto os integrantes dos

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25 de junho de 2017

 Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Um estudo da Universidade Estadual Paulista (UNESP), em Araraquara, São Paulo, mostrou que o consumo diário do suco de laranja (natural)  pode contribuir com padrões metabólicos melhores e ser um aliado do controle do peso em adultos. Os autores recrutaram 78 indivíduos obesos (idade média de 36 anos), que foram divididos em dois grupos: o grupo intervenção foi submetido a uma dieta de baixo teor calórico que incluía 500ml de suco de laranja por dia, enquanto o grupo controle também recebeu a dieta, mas não ingeriu a bebida. Após 12 semanas, ambos os grupos mostraram resultados semelhantes em relação ao peso corporal, IMC, massa magra, massa gorda, gordura corporal, relação cintura-quadril. A diferença é que os participantes que beberam suco de laranja apresentaram baixa resistência insulina, níveis menores de colesterol total ​e proteína C reativa de alta sensibilidade em comparação com o grupo de participantes que não consumiram o suco. O consumo de energia e nutrientes foi semelhante entre os dois grupos, mas a vitamina C e o folato aumentaram após a introdução do suco de laranja. “O consumo de suco de laranja diariamente, acompanhado de uma dieta de baixo calor calórico não inibe a perda de peso, e melhora a sen

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