Risco de câncer pós-menopausa é maior em obesas

7 de abril de 2005

O tamanho do risco de desenvolver câncer de mama na pós-menopausa está também na balança. Uma pesquisa da Sociedade Americana de Câncer constatou que mulheres que engordam de 9,5 a 14 quilos dos 18 anos até a pós-menopausa têm risco 40% maior de ter a doença do que as que ganharam até 2,5 quilos. O estudo, feito com 62.756 mulheres na pós-menopausa, confirma o que já era bem conhecido pelos médicos: a obesidade é mais um fator de risco para câncer de mama, ou seja, aumenta a possibilidade de que a doença se desenvolva. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), houve 41.610 casos novos de câncer de mama no Brasil e 9.335 mortes em 2003. Esse é o tipo de câncer que mais mata as brasileiras em números absolutos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo de 11 de março de 2004

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7 de abril de 2005

Pediatrics Perspective
Soft Drinks, Schools, and Obesity
Posted 03/08/2004 Howard Markel, MD, PhD The American Academy of Pediatrics issued a major policy statement in January urging the restriction of soft drinks in the nation"s schools.[1] That sounds like wise medical advice, given that the number of obese children has more than doubled since 1980 and that studies consistently show that overweight children tend to stay that way into adulthood. As many as 85% of American school-aged children consume at least 1 soft drink daily, and the average 12-ounce soda contains about 10 teaspoons of sugar and 150 calories.[1] Although soft-drink consumption is certainly not the only cause of childhood obesity, limiting easy access to these drinks in schools seems like a welcome -- and common-sense -- contribution to public health. So why did the nation"s leading group of pediatricians take so long to take a stand?
Since the 1990s, schools have opened their doors to soft-drink and fast-food companies in exchange for hefty fees to bolster their operating budgets. According to the Centers for Disease Control and Prevention, 98% of American high-school students can buy fast food, soda pop, candy bars, potato chips, and other high-fat snacks without stepping off the school premises.[2] Dr. Barbara Frankowski, a pediatrician at the University of Vermont and one of the authors of the

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7 de abril de 2005

Ele revitaliza, melhora a força, a flexibilidade, a resistência muscular, reestrutura o corpo, acalma o espírito e revigora a mente, melhorando até a concentração, memória e raciocínio...
Embora ainda pouco conhecido, o Método Pilates de condicionamento físico e mental já conquistou muitos famosos como a ex-modelo e empresária Luiza Brunet, a apresentadora Glória Maria e a cantora Zizi Possi. No Rio Grande do Sul há dois anos o estúdio Georgia Ros Pilates vem desenvolvendo trabalhos dentro do método. Para a Educadora Física e Diretora do Studio Geórgia Ros Pilates, entre os principais benefícios está o alívio do estresse, de dores na coluna, o fortalecimento dos ossos, a diminuição da gordura, a tonificação dos músculos, flexibilidade e equilíbrio através da consciência corporal, além de bem-estar e qualidade de vida.  “Qualquer pessoa, esteja ela na terceira idade ou com alguma outra limitação física está apta a praticá-lo desde que esteja bem orientada por um professor que seja certificado”, explica a Professora Geórgia Ros com graduação no método pelo The Pilates Studio SP/Nova York e Diretora da Primeira Escola de Formação no Método sem vinculação com órgãos americanos, totalmente brasileira. Segundo ela, a prática é ideal para quem deseja ter um corpo bonito, com um aspecto longilíneo e músculos tonificados, mas não d

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7 de abril de 2005

O resultado do estudo de AREDS Report nº8, Arch Ophtalmol. 119: 1417, 2001 relata um risco reduzido no desenvolvimento de AMD (degeneração macular avançada)em um grupo de risco avaliado na populaçao americana, que consumiu uma alta dose de antioxidantes e suplementos com zinco. Essa suplementação consistia de vitamina C(500 mg), vitamina E(400 IU), B-caroteno(15 mg), zinco(80 mg) e cobre(2 mg). Dentro desse relato o grupo utilizou o resultado de exames clínicos para estimar as pessoas do grupo de risco na população americana, o qual poderia evitar o avanço da AMD nos próximos 5 anos se estes seguirem o formulário da AREDS (estudo das doenças dos olhos de acordo com a idade). Oito milhões de pessoas foram identificadas com alto risco para o avanço da AMD, sendo estimado que 1.3 milhões poderão desenvolver a AMD avançada se não tiverem tratamento. Então se estes 8 milhões de pessoas fizerem a prevenção, cerca de 300 mil poderão evitar o avanço da AMD associada com a perda de visão nos próximos 5 anos.

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