Fome Oculta: será que você está comendo o que realmente precisa?

7 de abril de 2005

A palavra fome pode ser entendida de várias formas. Pode representar um conjunto de sensações despertadas pela necessidade do alimento ou ser sinônimo de miséria e pobreza. Outras vezes, é associada a campanhas de combate a falta de alimentos e a desnutrição, principalmente a infantil. Porém um outro tipo de "fome" tem preocupado os especialistas. Trata-se de uma fome que pode passar despercebida e que pode afetar a qualquer um, seja este rico ou pobre, com abundancia ou escassez de alimentos. É a chamada "fome oculta". Definida como a carência não aparente de um ou mais micronutrientes (vitaminas e minerais), a fome oculta é uma condição onde os estoques de vitaminas e minerais começam a baixar e o organismo se ressente, mas sem dar sinais. Os sinais e sintomas só ficam evidentes quando o estágio mais grave da deficiência está instalado. A Organização Mundial da Saúde estabelece que as principais carências nutricionais que mais afetam a população em nível mundial e nacional são as deficiências de iodo, vitamina A e ferro. As conseqüências desta falta no organismo são: • Iodo: é um mineral essencial para o funcionamento da tireóide, glândula que produz os hormônios do crescimento e de controle do metabolismo. A carência do iodo pode provocar o bócio, aumento da tireóide, popularmente conhecido como "papo" e nas gestantes a deficiência p

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7 de abril de 2005

Pensando bem, é difícil acreditar que estejamos vivos até hoje! Quando éramos pequenos, viajávamos de carro (aqueles que tinham a sorte de ter um...) sem cintos de segurança, sem freios ABS e sem air-bag! Os vidros de remédio ou as garrafas de refrigerantes não tinham nenhum tipo de tampinha especial... Bebíamos da torneira e nem conhecíamos água engarrafada! Andávamos de bicicleta sem usar nenhum tipo de proteção... E passávamos nossas tardes construindo nossas pipas ou nossos carrinhos de rolimã... Nos atirávamos ás ladeiras e esquecíamos que não havia freios até que déssemos de cara com a calçada ou com uma árvore.... E depois de muitos acidentes de percurso, aprendíamos a resolver o problema. SOZINHOS...!!! Nas férias, saíamos de casa pela manhã e brincávamos o dia inteiro; nossos pais às vezes não sabiam exatamente onde estávamos, mas tinham certeza de que não corríamos perigo. Não existiam os celulares! Incrível !!!!! Procurávamos encrencas: Quantos machucados, ossos quebrados e dentes moles dos tombos...?! Ninguém denunciava ninguém...
Eram apenas "acidentes" de moleques. Na verdade, nunca encontrávamos um culpado. Você lembra destes incidentes? Janelas quebradas, jardins destruídos, as bolas que caíam no terreno do vizinho... Existiam as brigas e, na maioria das vezes, muitos pontos roxos... Mesmo que nos machucássemos e, tant

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7 de abril de 2005

" ... Comer, comer, comer, comer, é o melhor para poder crescer..."

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24 de março de 2005

Comida a peso só poderia aparecer num país de tanta convergência étnica e tão baixa tradição culinária quanto o Brasil. O arroz, o feijão preto, um pedaço de paio e uma costelinha estão arranjados como um diminuto jardim em torno de um enorme obelisco vermelho, que é um pedaço de melancia cortada com apuro e assentado sobre uma “grama” de couve. Arrumados nos quadrantes do prato, quatro sushis lembram banquinhos nessa minipraça comestível. Tudo deu 450 gramas. A secretária gordinha sorri satisfeita, enquanto busca um canto para se sentar mesa de sua amiga, que está diante de um prato com macarrão ao molho branco e bacon, banana fatiada e sushi.

 Estamos num “kilo”, evidentemente. A grafia com “k” mostra que, apesar do vínculo com o “quilo” (a balança), nada se assemelha a esta invenção brasileira.

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