Altos índices de ansiedade em escolares brasileiros

12 de novembro de 2017
Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

 De acordo com o levantamento do PISA, realizado em 72 países, o Brasil é um dos países com mais alunos ansiosos e preocupados.

O ambiente escolar exerce importância fundamental na vida das pessoas, mas, se por um lado, ele pode ser fonte de crescimento, aprendizagem, prazer e reconhecimento, por outro, muitas vezes, está associado a problemas como insatisfação, nervosismo, desinteresse, preocupação, irritação e esgotamento, impactando bastante na saúde mental de crianças e adolescentes. Dados publicados recentemente pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mostrou que os estudantes brasileiros, na faixa etária de 15 anos, estão entre os mais inseguros e ansiosos, quando comparados com 72 países avaliados pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA, na sigla em inglês). Entre os participantes, 81% se sentem extremamente ansiosos mesmo quando se

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28 de junho de 2017

Por  Abykeyla Mellisse Tosatti

Em cada fase da vida, a necessidade de certos nutrientes faz o hábito alimentar saudável ser essencial para a qualidade de vida e bem-estar, capaz de evitar ou  diminuir déficits, doenças crônicas, carências e/ou excessos  nutricionais. Para compreender sobre as influências alimentares e comportamentais que acontecem na transição da adolescênci

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23 de maio de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Estudantes da oitava série, com início das atividades escolares antes das 8h00 da manhã, apresentaram má qualidade do sono, notas mais baixas e lições de casa inconclusivas.

Um estudo de coorte publicado no Journal of Adolescent Health, do Sistema Nacional de Saúde das Crianças, em Washington, nos Estados Unidos, teve como objetivo descobrir o impacto do horário de entrada escolar (07h20 – 8h10), com a saúde do sono e o desempenho escolar em adolescentes. A puberdade provoca inúmeras mudanças comportamentais e no organismo, que modificam os horários de acordar e dormir, tornando-os mais tardios, porém os horários escolares não acompanham esse atraso. Muitas escolas andam na contramão das modificações orgânicas dos adolescentes – no ensino médio costuma-se adotar o horário matutino. Por isso, os autores recrutaram 26.440 adolescentes para analisar suas notas, desempenho escolar (lição de casa concluída ou não) e o sono. Ficou claro que, os alunos que entram na escola antes das 8h, mostraram baixo desempenho e rendimento escolar (notas mais baixas e lições de casa inconclusivas), e a qualidade e quantidade do sono foram comprometidos (duração do sono: menos de 8h). Vale lembrar que a adoção do horário matutino para o ensino

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10 de março de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Cerca de 8 anos após o diagnóstico de diabetes na infância, 72% dos pacientes com diabetes tipo 2 e 32% com diabetes tipo 1 tinham, pelo menos, uma complicação.

São seis as principais complicações relacionadas ao diabetes: doença renal, retinopatia, neuropatia periférica, neuropatia autonômica cardiovascular, rigidez arterial e hipertensão. Essas complicações foram analisadas em um estudo observacional, publicado no JAMA, onde os autores examinaram a prevalência de complicações relacionadas ao diabetes tipo 1 e tipo 2 entre adolescentes e jovens adultos que tinham sido diagnosticados com a doença durante a infância e adolescência, em cinco locais dos Estados Unidos.

Após angariar dados de 2018 pacientes com diabetes tipo 1 e tipo 2 diagnosticados antes dos 20 anos, os autores observaram que 72% dos pacientes com diabetes tipo 2 tinham, pelo menos, uma complicação relacionada com a doença. “Após os ajustes, com média de aproximadamente 8 anos após o diagnóstico, os pacientes com diabetes tipo 2 tiveram maiores chances de obter doença renal, retinopatia e neuropatia periférica, além de apresentarem maior índice de massa corporal e pressão arterial média”, ress

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