Chocolate!

9 de março de 2016

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Chocolate é geralmente consumido em situações agradáveis.  Muitas pessoas acham que é delicioso porque o chocolate tem uma textura característica, se dissolve na boca, e tem um agradável aroma e um sabor ligeiramente amargo.

O chocolate traz benefícios para saúde: redução da pressão sanguínea em curto prazo, diminui o colesterol, melhora a resistência insulina, e também, em uma série de estudos de observação longo prazo, o consumo de chocolate tem sido associado a uma menor incidência de doença cardiovascular.

Do ponto de vista nutricional, o chocolate é rico em energia e tem um alto teor de gordura (saturada e, em menor extensão de gordura mono-insaturada) e açúcar. Ele também contém os minerais (potássio, fósforo, magnésio e zinco), flavonóis, aminas biogénicas (tiramina e feniletilamina), metilxantinas (cafeína e teobromina).

Na páscoa, muita gente aproveita para abusar um pouquinho. Nas lojas têm opções de chocolate para todo mundo, gosto e tipo. Mas, qual a quantidade ideal? Qual o melhor horário para o consumo? A seguir, alguns tipos de chocolates:

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1 de março de 2016

Impacto do iogurte no controle do apetite, balanço energético e composição corporal.

Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

No contexto da atual epidemia de obesidade, a crescente preocupação com uma alimentação saudável tem estimulado o interesse na pesquisa que documenta os efeitos de alimentos específicos sobre o apetite e ingestão de energia. O iogurte é um grande aliado da saúde e o mérito vai para o mix de nutrientes: gorduras, proteínas e, claro, sua oferta generosa de cálcio - potencial papel na regulação do balanço energético. A explicação mais simples é que o consumo regular de um alimento saudável, como por exemplo, o iogurte, resulta na diminuição da ingestão de alimentos com alto teor de ​​ gordura e/ou açúcar.

Hoje, uma longa lista de trabalhos foca o papel do cálcio na saúde – papel que parece só crescer em importância, relacionando a ingestão desse mineral, entre outras coisas, com menor índice de excesso de peso e melhores taxas de diversas substâncias, como colesterol. Já as proteínas do leite diferem em termos de taxa de absorção e as respostas pós-absorção, o que pode influenciar na saciedade.

Há uma tremenda confusão nas gôndolas – e

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13 de novembro de 2015

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência Você Sabia?

De origem andina, a QUINOA não contém glúten.  é fonte de vitaminas A, B6, B1, C, E, ferro, fósforo, magnésio, cálcio, além de ser rico em fibras e de baixo valor calórico.

A quinoa pode ser utilizada como base para saladas, servida com frutas e iogurtes e até substituta da farinha na produção de pães, biscoitos e massas.

Curiosidade: Por seu alto valor nutricional, a quinoa foi selecionada pela NASA para alimentar astronautas em voos de longa duração.

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12 de agosto de 2015
por Abykeyla Mellisse Tosatti/para nutrociencia

Já ouviu falar em Fabenol? Fabenol é uma glicoproteína encontrada no feijão branco.  O Fabenol atua inibindo a enzima amilase, responsável pela metabolização do amido e do glicogênio contido nos alimentos, sendo assim, pode auxiliar no controle de peso, redução do LDL e colesterol, tratamento de Diabetes mellitus tipo 2 e dislipidemias. Ele ajuda a inibir a absorção de carboidratos e Atividade hipoglicemiante.

A partir de hoje comece a variar o tipo do feijão (preto, branco, bolinha, azuki, carioca fradinho, jalo, jalo roxo, moyashi, rajado, rosinha, roxinho, verde e vermelho), assim você consegue o que tem que melhor de cada um. Variar sempre!

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