Como acompanhar a criança com dificuldade alimentar em escopo multidisciplinar: protocolo de atendimento multiprofissional na infância e adolescência – estudo piloto

16 de junho de 2016

Revista Brasileira de Nutrição Clínica, Volume 31, número 2, abril/junho (apresentação do resumo no anais da revista e em poster no congresso do ganepão 2016)

Instituição: Fundação José Luiz Egídio Setúbal, São Paulo - SP

Autores: Maximino P, Fisberg M, Junqueira P, Machado RHV.

Objetivos: Há diversos protocolos com abordagem multidisciplinar para problemas alimentares pediátricos, entretanto, há lacunas nas publicações para dificuldades alimentares. Assim, o objetivo deste artigo é apresentar os resultados da implantação do serviço de referência em atendimento multidisciplinar exclusivo para dificuldades alimentares na infância e adolescência.

Materiais e Métodos: O serviço multidisciplinar foi idealizado, estruturado e aplicado em fluxo triplo de atendimento, para que os pacientes fossem avaliados por pediatra, fonoaudióloga e nutricionista. O atendimento de cada especialidade foi acompanhado pelos dois profissionais remanescentes em uma sala de observação equipada para tal finalidade. Os diagnósticos foram categorizados segundo Kerzner et al (2015), e estilos parentais segundo Hughes (

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21 de março de 2016

RESUMO: Objetivo: Examinar as associações existentes entre ingestão de ácidos graxos e a síndrome metabólica (SM) entre mulheres com sobrepeso e obesidade (n = 223). Métodos: Trata-se de estudo transversal. Os testes físicos e laboratoriais incluíram antropometria, avaliação da composição corporal e mensuração da pressão arterial, glicemia de jejum, insulinemia e perfil lipídico. Registros alimentares de três dias foram utilizados para avaliação do aporte de ácidos graxos na dieta. Análises estatísticas contemplaram teste do χ2 e estimação de odds ratio. Resultados: As mulheres apresentavam 35,2 (6,9) anos de idade e a prevalência de SM foi de 15,2%. Mulheres com SM apresentaram níveis séricos mais elevados de VLDL-c (very low-density lipoprotein cholesterol), triglicérides, glicose e insulina, além de maior medida de pressão arterial diastólica em relação às não portadoras da síndrome. Mulheres com sobrepeso e SM apresentaram maior consumo de ácido graxo monoinsaturado — 24,3 g (24,7 – 36,4) versus mulheres com sobrepeso sem SM — 23,9 g (23,8 – 26,8), poli-insaturado — 16,7 g (14,6 – 21,1) versus mulheres com sobrepeso sem SM — 13,6 g (13,8 – 15,8) e linoleico — 15,9 g (6,5) versus mulheres com sobrepeso sem SM — 13,1 g (5,1). Nas obesas, as mulheres com SM também apresentaram maior i

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