Atenção para o Sarampo – por Prof. Dr. Mauro Fisberg

16 de novembro de 2016

Hoje em dia existe uma moda bastante perigosa para as crianças: a moda de não vacinar os filhos, baseada em pensamentos divulgados pela Internet. Nos Estados Unidos, a coisa é tão alarmante que séries ficcionais de TV já abordaram o problema, com enredos que questionam até que ponto essa decisão deve ser individual. Sim, porque uma criança não vacinada que adquire uma doença contagiosa vai levar essa doença para as outras crianças com quem convive, na escola, na creche, no parque, em qualquer lugar. Muitas vezes, o que se vê é o ressurgimento de moléstias que já pareciam estar distantes da realidade atual.

Por outro lado, quem recebe a vacina contra a poliomielite (paralisia infantil) também espalha vírus atenuados que terminam por combater os vírus selvagens da doença.

Mesmo assim ainda há quem se recuse a vacinar as crianças e encontramos também essa posição em algumas correntes da Homeopatia.

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19 de outubro de 2016

Publicado em 19 de out de 2016.
Isabel Vasconcellos entrevista o Dr. Mauro Fisberg, abordando o tema "A influência da Alimentação no futuro da Criança".
Fonte: Bem Nutrido por Dr. Mauro Fisberg (SAÚDE&LIVROS)
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4 de outubro de 2016

Dr. Mauro Fisberg foi convidado para participar do blog Letra de Medico, da seção Colunistas da Veja para uma matéria quinzenal. Confira a primeira matéria publicada ...


A verdade sobre o leite materno

Por: Mauro Fisberg

Entra ano, sai ano, surgem movimentos defendendo o uso de leites industrializados para bebês com menos de 6 meses. Pois digo aqui que não há discussão: o leite materno é o único alimento adequado para os mamíferos. Assim, o leite de uma zebra seria adequado às zebras, o de leoa para os pequenos leões e o da mulher para os seus filhos.

É um alimento completo

7 de abril de 2016

Há algumas décadas, quando a taxa de obesidade começou sua ascensão, notávamos que parte da população estreou em uma exagerada predileção por alimentos de alto teor calórico em detrimento de itens mais equilibrados do ponto de vista nutricional.  Esse movimento era mais prevalente no grupo de maior poder aquisitivo.

De uns anos para cá, entretanto, começamos a observar que uma parcela da população de nível socioeconômico mais baixo também passou a privilegiar produtos de valor altamente energético – e que garantem maior rendimento. O resultado dessas escolhas ficou nítido e se refletiu nas taxas de sobrepeso que foram ficando cada vez mais altas entre esses indivíduos.

Atualmente, diante dos inúmeros trabalhos que apontam uma relação entre o excesso de peso e comorbidades que vão de danos emocionais até doenças cardiovasculares, despertou-se uma grande preocupação em vários setores da sociedade. E, justamente pelo acesso informação, hoje a classe de maior poder aquisitivo começa a selecionar melhor os alimentos e tem optado por um cardápio com menor quantidade de calorias.  Essa dinâmica, porém, ainda não impactou no número de casos de obesidade no país, até porque não observamos essa movimentação em todas as camadas da popula

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