Quem está preparado para a volta às aulas?

26 de janeiro de 2016

Sempre que chega o final do mês de janeiro nos deparamos com uma situação: a dificuldade das famílias em lidar com o retorno das crianças para a escola. A rotina diferenciada durante as férias é um dos principais fatores por trás dessa complicação.

É natural – e saudável – que ocorram algumas transgressões na temporada de descanso da criançada. Entretanto, cabe ressaltar, é fundamental dosar e impor determinados limites em qualquer tempo. Só para exemplificar, os horários de sono costumam ser totalmente modificados durante as férias. A utilização de smartphones, computadores até altas horas da noite e mesmo o hábito de ver TV madrugada adentro ajudam a protelar a ida para a cama.  Hoje é comum que o quarto tenha tudo o que a criança ou adolescente precisa, esse cômodo da casa é uma espécie de universo autossuficiente. Ali eles se divertem, comem e, quando já não há mais nada de interessante para fazer, dormem.

Assim o que se vê nessa época é a turma acordando bem tarde, até mesmo depois do meio dia, e toda a agenda do dia a dia acaba comprometida. Afinal, quem vai querer tomar café da manhã quando o almoço já está quase pronto?

Aliás, por falar em café da manhã, as refeições também são bas

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30 de dezembro de 2015

Vivemos dias interessantes ou talvez nem tanto… Mas a vulgarização da informação digital leva a reflexões bastante complexas. Tudo é divulgado, desde uma informação garimpada em sites totalmente desconhecidos e que ninguém sabe se são confiáveis ou não, até um suspiro de tristeza ou um estado de espírito. Tudo é amplamente espalhado nas redes sociais, com cópias de textos que ninguém sabe se são de alguém, figuras que se repetem indefinidamente, fotos de alimentos, de animais, de crianças. Um descortinar de coisas absolutamente importantes para um, e provavelmente importantes para o pequeno universo de amigos OU talvez para milhares de seguidores, se você tiver a sorte de ser um famoso.

 Artista de televisão, blogger, ativista ou simplesmente se você souber gravar um vídeo na SUA TELA, e conseguir ser replicado. Você pode ser famoso por segundos. Pobre Warhol, seus 15 minutos de fama foram pulverizados pela rede.

Vejo profissionais de saúde recém formados atrevendo-se a dar lições para familiares, pacientes e colegas. Um residente de pediatria, no alto de sua enorme experiência de vida, determina que todos os seus colegas não sabem prescrever, por que lhes falta bom senso. Nutricionistas que nunca passaram das carteiras da graduação, replic

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29 de dezembro de 2015

Se  me fosse dada a tarefa de escolher uma palavra para guiar o ano que está por vir, ela seria planejamento. Aliás, o termo é bem-vindo desde já e nem é preciso esperar por janeiro.

Vivenciamos momentos difíceis em 2015. Aqui no Brasil experimentamos um período duro, reflexo da nossa situação política e econômica. E, para mim, tempos complicados assim permitem reflexões e nos levam a querer mudanças. Esses marcos, embora duros, nos empurram para o renascimento.

Até mesmo nossos hábitos alimentares podem passar por grandes transformações depois das adversidades. A crise dificulta o acesso a vários ingredientes para algumas camadas da população e o alto custo de determinados alimentos favorece novas escolhas e ajuda a buscar novas e interessantes alternativas.

E que tal aproveitar esse tipo de impulso para mudar atitudes inadequadas e que impedem de chegar a um peso considerado saudável?  Ou mesmo começar a comer de forma mais consciente?

Ah, só um parêntese, não vale querer alterar tudo agora durante as festas, lembre-se sempre que trata-se de um período de celebrações e não cabe focar em calorias, fique claro. E, veja bem, nunca é tempo de cair em ciladas

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25 de novembro de 2015

nutribrasil infância IIO Brasil passa por um momento de transição. Por um lado, já não temos o gigantesco volume de desnutrição extrema, mas ainda observamos a fome oculta, caracterizada pela carência de vitaminas e minerais. Paralelamente, o aumento da obesidade infantil é um fato, com o excesso de peso atingindo mais de 30% das crianças de escolas públicas e privadas em todo o país, conforme mostrado no estudo NutriBrasil Infância I, ganhador no Prêmio SAÚDE 2009, da Editora Abril. Não há dúvida de que a composição do prato da garotada constitui um dos fatores decisivos por trás desse índice alarmante – que, diga-se de passagem, é observado em várias partes do mundo.

Para o melhor equilíbrio da alimentação, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda, entre outras medidas, que, além das refeições principais, meninas e meninos realizem lanches. Esses últimos se distinguem do belisco por serem planejados, e não um momento de consumo intempestivo ou ocasional. Mas como será o lanche dos brasileirinhos de 4 a 11 anos? A fim de

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