Será que uma refeição barulhenta tem interferência nas escolhas alimentares?

10 de fevereiro de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Um estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostrou que ruídos e sons altos durantes as refeições interferem nas escolhas dos alimentos, tanto quanto qualquer outro tipo de distração, como TV, celular, jogos e tablet. O experimento foi o seguinte: os autores filmaram o comportamento de 60 famílias durante o jantar. Os participantes foram divididos em dois grupos aleatoriamente: o grupo experimental teve de escutar o ruído de um aspirador de pó durante 15 minutos enquanto estavam comendo, já o grupo controle não escutou ruído algum. E o que aconteceu? Os pais do grupo experimental consumiram mais biscoitos, bebidas diet e cenouras, resultando em abuso em tudo o que foi consumido e em um efeito negativo na comunicação, isso, provavelmente, por estarem distraídos. Já as crianças, tendiam a se envolver em mais atividades e distrações, pois recebiam menos atenção dos pais. “É uma situação ruim, uma vez que essa interação está associada a hábitos alimentares mais saudáveis”, analisam os autores. E se os pais estão distraídos acabam não monitorando a alimentação dos filhos. “ Eles não demonstram interesse positivo, não sendo capazes de prestar atenção às emoções das crianças ou de demonstrar boas respostas aos sinais de fome e saciedade dos pequenos”, explicar

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10 de fevereiro de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Alimentos ricos em gorduras saturadas, em açúcares e pobres em fibras antes de dormir, podem piorar a qualidade do sono.

Um estudo publicado no Journal of Clinical Sleep Medicine, avaliou 26 homens e mulheres, que passaram cinco noites no Centro de Pesquisa do Sono de Nova York. Nos primeiros quatro dias, os participantes seguiram um cardápio planejado - café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar -, rico em fibras. Porém, no último dia de avaliação, os participantes fizeram refeições por conta própria – resultando em escolhas por alimentos ricos em gordura e em açúcar e pobres em fibras. Após as análises, os autores concluíram que em um único dia de alimentação desequilibrada, a qualidade do sono sofreu um impacto negativo, havendo maior demora para adormecer e mais despertares. “Consumir alimentos ricos em gorduras e em açúcares antes de dormir, resulta na perturbação do sono e a procura por alimentos doces durante o dia”, alertam os autores. Já o alto consumo de fibras contribui para um sono de ondas lentas e para adormecer mais rapidamente. “ A principal descoberta foi que a alimentação tem forte influência na qualidade do sono”, conclui a equipe do

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10 de fevereiro de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

O Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) é um dos transtornos mentais mais frequentes nas crianças em idade escolar, atingindo de 3 a 9% delas - 3 meninos/1 menina. Algumas crianças com TDAH já são difíceis de serem cuidadas antes mesmo dos 3 anos de idade, por serem muito ativas, irritáveis, temperamentais, autoritárias, podendo ainda ter distúrbio de sono e/ou alimentar. Pensando na hipótese de que a baixa aderência dieta mediterrânea seria associada a maiores diagnósticos de TDAH, um estudo publicado em janeiro de 2017 no Pediatrics, os autores recrutaram 120 crianças e adolescentes e coletaram informações sobre seus hábitos alimentares. Com os dados em mãos, não sobrou dúvidas: os autores notaram uma ligação entre dieta mediterrânea e baixo diagnóstico de TDAH. Se não bastasse, baixo consumo de frutas, legumes, massas e arroz, ignorar o café da manhã e maior uso de fast-food foram associados com diagnóstico de TDAH. Alto consumo de açúcar, doces, bebidas de cola, refrigerantes e baixo consumo de peixe gordo também foram associados com uma maior prevalência de diagnóstico de TDAH.

Referencia: - Rios-Hernandez A , Alda JA , Farran-Codina A , Ferreira-García E , Izquierdo-Pulido M .

10 de fevereiro de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Horários/Rotina – a recuperação do ritmo escolar deve acontecer logo nas primeiras semanas de aula. Dessa forma, é importante organizar a rotina e estipular horários. Essa é uma ótima dica que ajudará a retornar o pique.

 Sono – uma boa noite de sono é de extrema importância para o rendimento escolar, qualidade de vida e de saúde. O recomendado é que crianças entre 6 e 12 anos durmam de 9 a 12 horas, já os adolescentes entre 13 e 18 anos devem dormir de 8 a 10 horas por noite. Além da quantidade de horas, a qualidade do sono também merece atenção especial - é preciso ter hora certa para dormir, ter um ambiente adequado, calmo e com pouca luz.

Celular/tablets – procure estabelecer limites de horário, o recomendado é não ultrapassar duas horas por dia. Atenção, o uso de gadgets em excesso - longa duração em jogos online, redes sociais ou diversos aplicativos com filmes e vídeos na internet - pode causar ansiedade, violência, dificuldade de socialização e interação com outras pessoas, diminui o rendimento escolar, transtorno do sono e alimentação, sedentarismo, problemas auditivos – pelo uso de headphones -, problemas visuais e posturais, l

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