Ainda temos desnutridos?

4 de maio de 2017

A fome oculta é uma das formas menos visíveis da má nutrição. Nossos novos desnutridos não têm necessariamente baixo peso, mas uma alimentação inadequada

Consequências da desnutrição

Com a melhoria dos sistemas de saúde, o aumento do saneamento básico e algum avanço no poder econômico, as populações de crianças desnutridas foram diminuindo, e ficaram as consequências. Gerações inteiras de escolares com aprendiz

Postado em Com a palavra Dr. Mauro por Aby Tosatti | Tags: ,
19 de abril de 2017

  Thais Carvalho Diniz Do UOL

A alimentação dos filhos é um desafio para muitos pais e não raro motivo de discussão das refeições em família. O comportamento das crianças mesa pode ser dos mais variados, mas um deles faz parte do universo dos chamados “comedores seletivos”. A principal dúvida nesses casos é: como lidar quando os filhos só aceitam comer um tipo de comida?

Lara* tem quatro anos e, desde os dois, o seu cardápio está reduzido a arroz, macarrão sem molho, pipoca, “carninha de churrasco” e suco de maracujá. A menina que, enquanto bebê, comia todas as papinhas preparadas pela mãe, com as mais diversas combinações de carboidratos, proteínas, verduras e legumes, hoje recusa o que estiver fora da sua lista --e mesmo os alimentos citados acima, se tiverem qualquer alteração, como um molho de tomate, por exemplo.

O comportamento alimentar como o de Lara não é um transtorno e, sim, uma dificuldade que, segundo o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, é um fenômeno fisiológico normal. “Todos somos seletivos. Posso ser apenas por não comer quiabo, por exemplo”.

Fato é que preferências ou aversões alimentares são classificadas como selet

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12 de abril de 2017

Pobreza e falta de alimentos assolam país; 73% dos venezuelanos perderam peso em 2016

Ana Luísa Vieira, do R7
Colapso econômico, escassez de produtos básicos e, sobretudo, fome: a realidade atual da Venezuela pode causar sequelas para as próximas décadas — especialmente no que diz respeito a um futuro saudável para as crianças. De acordo com especialistas ouvidos pelo R7, a desnutrição infantil, quando não solucionada imediatamente, compromete tanto o crescimento dos pacientes quanto o processo de aprendizagem.

Dados divulgados pela organização Cáritas da Venezuela em novembro de 2016 mostram que, em quatro estados do país (Distrito Capital, Miranda, Vargas, Zulia), a desnutrição crônica atinge 18,4% das crianças com menos de 5 anos de idade. Os últimos números oficiais do governo são de 2015, referentes ao ano de 2014, e apontam que a desnutrição crônica afetava apenas 3,4% das crianças em todo o território da Venezuela.

Problema generalizado

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21 de março de 2017

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA

DEPARTAMENTO CIENTÍFICO DE NUTROLOGIA PEDIÁTRICA

SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS*

Suplementos nutricionais são produtos em gotas, suspensão, flaconetes, pós para adição de água ou leite e outras formas. Podem ser vitaminas isoladas ou combinadas com minerais e outros nutrientes. Podem também ser combinados com proteínas do leite ou vegetais (soja), carboidratos, diferentes fibras ou produtos para incrementar a energia. Usualmente, são produtos que podem ser utilizados para complementar a dieta, aumentar a oferta de nutrientes, ajudar na recuperação de doenças, manter o estado nutricional ou serem utilizados para fins especiais. Estes produtos para fins especiais incluem os substitutos alimentares para perda ou ganho de peso, os desenhados para atletas ou para outras finalidades como reposição em algumas doenças metabólicas (diabetes, doença renal, doenças do fígado, por exemplo).

Os suplementos que podem ser utilizados em pediatria são as vitaminas e minerais, isolados ou em múltiplas combinações, em doses para prevenção de carências nutricionais ou para tratamento das deficiências ou doenças resultantes. Se forem apenas vitaminas e minerais, não cont

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