Alerta para a obesidade na infância e na adolescência

13 de abril de 2016

Estudo recente demonstra que há quase 30 milhões de obesos no Brasil. E, pior, grande parte desse público é formado por crianças e adolescentes.

Para não ficarmos apenas numa constatação estatística, que tal começarmos com estratégias dentro de nosso próprio lar? Exemplos: refeições juntos com os filhos sempre que possível, atividades físicas de lazer como tarefa de casa, escolhas alimentares discutidas em família, diminuição do tempo na TV, nos computadores e nos jogos eletrônicos.

Se você ainda não está convencido disso, veja as reflexões que o pediatra e nutrólogo, prof. dr. Mauro Fisberg, enviou para nosso blog. Reflexões do dr. Fisberg - O enorme aumento do excesso de peso e obesidade na população infantil e adolescente em todo o mundo leva a r

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9 de março de 2016

"... E foi de olho no que a molecada anda comendo nessas horas que os pediatras Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo, e Carlos Alberto Nogueira de Almeida, da Associação Brasileira de Nutrologia, lideram uma das primeiras pesquisas nacionais a respeito." Confira a matéria "O lanche dos brasileirinhos" com a participação do Dr. Mauro Fisberg para a revista SAÚDE É VITAL/Janeiro 2016

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7 de dezembro de 2015

Se o seu filho rejeita uma comida, vale insistir, no mínimo, oito vezes (Foto: Guto Seixas)

Entrevista do Dr. Mauro Fisberg para a CRESCER. Confira a matéria abaixo ...

 

Se "Não quero!" e "Não gosto!" estão aparecendo sua mesa com mais do que o de costume, é preciso paciência. Saiba como evitar que as crianças rejeitem itens novos ou mesmo alimentos que antes aceitavam

Por Gislene Pereira - atualizada em 04/12/2015 15h07

1 - ELE NÃO TEM INTERESSE PELA COMIDA Exercite a criatividade. Para a nutricionista Nadia de Souza, do Hospital e Maternidade São Cristóvão (SP), vale a pena apostar em desenhos em quadrinhos, músicas, quebra-cabeças e outras brincadeiras que envolvam a temática da alimentação. Mas, lembre-se: o objetivo é aumentar o interesse pela alimentação e não barganhar ou convencer a criança a comer, já que isso deve acontecer de forma natural e prazerosa. Além disso, se for possível, convide seu filho para ajudar no preparo das refeições. O ato de tocar e cheirar o alimento pode desp

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26 de novembro de 2015

LancheiraO levantamento inclui pequenos de todas as regiões do país e demonstra que, para reduzir os altos índices de obesidade, é preciso mudar muitos hábitos alimentares - até mesmo nas pequenas refeições.

realidade é preocupante: mais de 30% dos meninos e meninas brasileiros menores de 5 anos de idade estão obesos, com sobrepeso ou em situação de risco para ultrapassar o seu peso ideal, de acordo com dados de 2014 do Sistema de Vigilância Alimentar Nutricional (Sisvan). Não é para menos. Nas últimas décadas, os hábitos alimentares da criançada têm mudado bastante por aqui - e para pior. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2013, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 60,8% dos pequenos menores de 2 anos comem biscoitos e bolos com frequência; quando se trata de refrigerantes e sucos artificiais, 32% das crianças dessa fa

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