Probióticos contra a infecção respiratória?

5 de junho de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/ para Nutrociência

As infecções respiratórias representam um dos principais problemas de saúde em crianças. O consumo de probióticos - microorganismos vivos viáveis que colonizam o intestino e afetam beneficamente o  hospedeiro, promovendo o balanço da microbiota intestinal - pode diminuir a incidência ou modificar as infecções respiratórias em crianças. O estudo  que chegou a essa conclusão, da Universidade Jiao Tong de Xangai, na China, reuniu dados de ensaios clínicos randomizados de 23 estudos, envolvendo 6269 crianças que tiveram pelo menos 1 episódio de infecção respiratória. “Com base nos dados, o consumo de probióticos parece ser uma maneira viável de diminuir a incidência da doença em crianças”, diz Yizhong Wang,  líder do estudo. Isso porque as crianças suplementadas com probióticos (cepas de Lactobacillus, Bifidobacterium e Lactobacillus fermentum) tiveram menos episódios de infecções respiratórias, quando comparadas com as crianças que não foram e, com isso, apresentaram maior frequência em creches e escolas.

Referência: Yizhong Wang, Xiaolu Li, Ting Ge, Yongmei Xiao, Yang Liao, Yun Cui, Yucai Zhang, Wenzhe Ho, Guangjun Yu, Ting Zhang. ,

7 de abril de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Certas atitudes das crianças, como, por exemplo as escolhas alimentares, suas preferências, a aceitação, quantidade e tipo dos alimentos que são ingeridos e a neofobia – repulsa ao que é novidade -, causam grande preocupação e estresse aos pais.

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17 de fevereiro de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Enxaqueca é uma doença comum entre as crianças brasileiras - atingindo cerca de 3,7% a 17,1% dos pequenos. Além de causar desconforto com as crises de dores, pode interferir na relação familiar, trazer atrasos escolares e isolamento social – por não conseguir participar das brincadeiras, atividades esportivas e de lazer. Um estudo publicado no Journal of Child Neurology, mostrou que crianças com enxaqueca estão mais propensas ao déficit de atenção, mesmo no intervalo livre de dor. Os autores avaliaram 82 crianças, entre 8 e 12 anos de idade do Setor de Investigação e Tratamento das Cefaleias (SITC), em São Paulo. Os participantes mirins foram divididos em três grupos: crianças com enxaqueca sem tratamento, crianças em tratamento e crianças controle saudáveis. Após análises, a equipe de Thaís Villa verificou que durante os testes realizados, as crianças do grupo “sem tratamento” apresentaram déficit de atenção, além de níveis altos de impulsividade e ansiedade. Com o resultado apresentado, se a criança queixar com frequência de dor de cabeça, acompanhado ou não de enjoo, vômito, tontura, queda, visão embaçada, aversão claridade e alteração do humor, é recomendado buscar urgentemente a ajuda

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