Comer leguminosas regularmente diminui o risco de diabetes tipo 2.

9 de junho de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

O clã das leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão-de-bico) barra o risco de diabetes em 35%

Um estudo publicado na revista científica Clinical Nutrition, constatou que os participantes que consumiram ​​três porções de leguminosas por semana tiveram 35% menos probabilidade de desenvolver diabetes em comparação com aqueles que não consumiram o alimento.

Os autores recrutaram 3.349 voluntários, do estudo Prevenção com Dieta Mediterrânea (PREDIMED) – na Espanha –, com alto risco de doença cardiovascular, mas sem diabetes tipo 2 no início do estudo. Os participantes foram divididos em dois grupos: o de baixo e o de alto consumo de leguminosas (feijão, ervilha, lentilha e grão-de-bico), que são ricos em vitaminas do complexo B, fibras, proteínas, minerais (cálcio, potássio e magnésio), antioxidantes e de baixo índice glicêmico. Após quatro anos, Becerra-Tomás  e sua equipe constataram que os participantes que consumiram mais leguminosas tinham um risco 35% menor de desenvolver diabetes do tipo 2.

“O consumo frequente de leguminosas, em particular a lentilha, no contexto de uma dieta mediterrânea, pode proporcionar benef

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9 de junho de 2017

Independentemente do tipo de vitimização de assédio moral, as experiências de bullying na infância estão associadas a riscos de ideação suicida – pensamentos suicidas –, planos ou tentativas de suicídio.

Pesquisas científicas já documentaram associações entre bullying na infância com comportamentos suicidas no futuro. No entanto, muitos não conseguiram ajustar os fatores de risco concomitantes e nenhum investigou essa relação no serviço militar, visto que, os soldados norte-americanos têm maiores taxas de suicídio comparados com a população em geral. Para saber mais sobre o assunto, um estudo publicado pela revista científica Depression and Anxiety, examinou a relação entre o bullying na infância e o comportamento suicida em 30.436 soldados do exército dos Estados Unidos.

Todos os participantes preencheram um inquérito sobre pensamentos recorrentes de morte (ideação suicida, planos ou tentativas de suicídio) e adversidades na infância, incluindo dois tipos de vitimização/agressão: Física (agressão e roubo) e Bullying (comentários e comportamentos que intimidam).

Os result

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5 de junho de 2017

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/ para Nutrociência

As infecções respiratórias representam um dos principais problemas de saúde em crianças. O consumo de probióticos - microorganismos vivos viáveis que colonizam o intestino e afetam beneficamente o  hospedeiro, promovendo o balanço da microbiota intestinal - pode diminuir a incidência ou modificar as infecções respiratórias em crianças. O estudo  que chegou a essa conclusão, da Universidade Jiao Tong de Xangai, na China, reuniu dados de ensaios clínicos randomizados de 23 estudos, envolvendo 6269 crianças que tiveram pelo menos 1 episódio de infecção respiratória. “Com base nos dados, o consumo de probióticos parece ser uma maneira viável de diminuir a incidência da doença em crianças”, diz Yizhong Wang,  líder do estudo. Isso porque as crianças suplementadas com probióticos (cepas de Lactobacillus, Bifidobacterium e Lactobacillus fermentum) tiveram menos episódios de infecções respiratórias, quando comparadas com as crianças que não foram e, com isso, apresentaram maior frequência em creches e escolas.

Referência: Yizhong Wang, Xiaolu Li, Ting Ge, Yongmei Xiao, Yang Liao, Yun Cui, Yucai Zhang, Wenzhe Ho, Guangjun Yu, Ting Zhang. ,

18 de maio de 2017
Por Abykeyla Mellisse Tosatti
A doença celíaca (DC) é uma doença inflamatória em que a ingestão de glúten provoca atrofia das vilosidades do intestino delgado - o tratamento consiste em uma alimentação livre de glúten ao longo da vida; a doença é mais prevalente em mulheres e os sintomas incluem queixas gastrointestinais, perda de apetite, fadiga e, em crianças, a atrofia do crescimento e atraso puberal. Já a anorexia nervosa (AN) é um distúrbio alimentar psiquiátrico, associado ao baixo peso - medo exacerbado de ganhar de peso, causando distorção da imagem corporal.
Mas será que existe relação entre anorexia nervosa e doença celíaca? Para testar essa possível associação, a equipe de Karl Mårild conduziu um estudo envolvendo 17.959 mulheres com doença celíaca (idade média no momento do diagnóstico: 28 anos) e 89.379 em um grupo controle, entre os anos de 1987 e 2009. O estudo mostrou que as mulheres com diagnóstico de Doença Celíaca, comprovado por biopsia, estavam mais propensas a apresentarem anorexia nervosa qu

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