O papel da musicoterapia na redução da ansiedade pós refeição em pacientes com anorexia nervosa.

4 de janeiro de 2016

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

É sabido que as refeições provocam ansiedade em pacientes com anorexia nervosa. No entanto, há pouca investigação sobre o assunto. A intervenção com musica é realmente eficaz para reduzir a ansiedade na refeição em um ambiente hospitalar??? Pensando nisso, um estudo publicado no Journal of Eating Disorders comparou os níveis de angústia e ansiedade em pacientes com Anorexia Nervosa pré e pós-terapia de música, em comparação com a terapia de suporte pós refeição. Os autores concluíram que a participação da musicoterapia diminui significativamente a ansiedade relacionada pós refeição e angústia em relação terapia de suporte pós refeição. Esta pesquisa fornece suporte para o uso da terapia de música neste cenário como uma intervenção clínica eficaz na redução da ansiedade relacionada a refeição.

 

Referência:
BIBB J, Castle D, Newton R. The role of music therapy in reducing post meal related anxiety for patients with anorexia nervosa. J Eat Disord. 2015;3:50. * artigo free http://www.jeatdisord.com/content/3/1/50
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30 de dezembro de 2015

Cerca de 1 em 45 crianças norte-americanas tem transtorno do espectro do autismo, de acordo com novos dados da CDC.

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

De 2011 a 2014, os pesquisadores entrevistaram os pais de 43.000 crianças com idade entre 3 a 17 através do Inquérito Nacional de Saúde. Sendo que nos inquéritos de 2011 a 2013, os pais foram questionados se um profissional de saúde já disse a eles seu filho teve alguma das 10 condições citados na pesquisa, sendo que o transtorno do autismo/espectro do autismo era uma das escolhas. Mas em 2014, a seguinte pergunta foi feita: "Será que um médico ou profissional de saúde já lhe disse que [nome da criança] tem autismo, transtorno de Asperger, transtorno invasivo do desenvolvimento, ou autismo espectro desordem?"

Após a mudança, a prevalência de transtorno do espectro do autismo foi de 2,24%, um aumento significativo em relação média de 1,25% a partir de 2011 a 2013. Ao mesmo tempo, observou-se uma diminuição significativa em outros atrasos no desenvolvimento, de 4,84% para 3,57%.

Os autores dizem que os dados de 2014 provavelmente representam uma representação mais precisa da prevalência de transtornos

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30 de dezembro de 2015

Atividade física tradicional leva a melhor sobre os jogos quando o assunto é perda de peso

Por Gabriela Cupani/ext4you, para Nutrociência

Na era dos eletrônicos, o uso de videogames com jogos em que o participante precisa se mexer até contribui para o gasto calórico mas não substitui a atividade física. O exercício moderado garante melhor balanço de energia porque tem efeitos tanto na ingestão calórica quanto no gasto energético, mostra uma pesquisa publicada no British Journal of Nutrition que avaliou o impacto de exercícios e de jogos em videogame sobre o consumo de alimentos em jovens.

Para chegar ao resultado, os autores compararam o impacto dos videogames tradicionais – aqueles em que o jogador não sai do sofá - e dos ativos – que obrigam a pessoa a se mexer enquanto joga - na alimentação. Para isso, dividiram 24 jovens com idades entre 12 e 15 anos em dois grupos: um de voluntários com peso normal e outro com excesso. Todos eles tinham que completar quatro sessões de uma hora de quatro atividades: jogos em videogames passivos, uso de videogames ativos, atividade física como bicicleta e mais uma tarefa sentados. Os exercícios e os games ativos foram programados para gerar o mesmo gasto energético.

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23 de novembro de 2015

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência Matéria publicada em abril de 2015 na revista Food Technology, os investigadores citam oito nutrientes que podem ajudar a manter o seu cérebro em boa forma, são eles:

1. Flavonoides do Cacau:já associados melhoria da circulação e saúde do coração, uma pesquisa preliminar mostra também uma possível conexão com a melhoria da memória. Um estudo mostrou que os flavonoides de cacau podem melhorar a função de uma parte específica do cérebro chamada de giro denteado, que está associada com a memória relacionada com a idade (Brickman, 2014).

2. Ácido graxo ômega-3:há tempo sido mostrado como contribuinte para a boa saúde do coração e, agora, sendo apontado como importante para a saúde cognitiva. Um estudo em camundongos descobriu que a suplementação de ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 pareceu resultar em melhor memória de reconhecimento de objeto, espacial e localização (memórias que podem ser conscientemente lembradas como fatos e conhecimentos), e retenção de resposta adversa (Cutuli, 2014). Os alimentos ricos em ômega-3 incluem salmão, óleo de linhaça e sementes de chia.

3. Fosfatidilserina e ácido fosfatídico:dois estudo

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