Restrição de calorias em adultos não obesos está associada à melhora no humor, qualidade do sono e função sexual.

1 de junho de 2016

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Em um estudo randomizado publicado em 02 de Maio de 2016, no JAMA Internal MedicineCorby K. Martin e colaboradores recrutaram aleatoriamente em três instituições de pesquisa cientifica dos Estados Unidos, 220 adultos não obesos, com idade média de 38 anos e média de índice de massa corporal 25 kg/m². Os participantes foram divididos em dois grupos: o primeiro com 25% de restrição calórica e o segundo com controle de ingestão calórica habitual. Os participantes foram avaliados durante dois anos, sendo que, o grupo da restrição calórica recebeu orientações individuais e aconselhamento em grupo ao longo do período de estudo.

Durante 24 meses, a média de perda de peso foi de 7,6 kg no grupo com restrição calórica (10% do peso inicial) e 0,4kg no grupo controle. Os participantes que tinham restrição apresentaram melhorias significativas no humor, qualidade de vida, qualidade do sono, desejo sexual e satisfação com o relacionamento em relação ao grupo controle. A maioria das medidas de melhoria no grupo com Restrição Calórica foi correlacionada com a perda de peso.

Com os resultados apresentados, os autores puderam concluir que quando há a restri

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20 de maio de 2016

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Um estudo publicado em abril de 2016 na revista Pediatrics, mostrou que as crianças com alergia persistente ao leite de vaca têm uma menor densidade mineral óssea e ingestão de cálcio antes da puberdade em comparação com as crianças da mesma faixa etária com outras alergias alimentares (grupo controle), que não ao leite de vaca.

Foram recrutadas 52 crianças pré-púberes com alergia ao leite de vaca mediada por imunoglobulina-E (IgE) e 29 crianças pré-púberes com outras alergias (grupo controle) em uma clínica de alergia em Montreal, Canadá. O estudo foi realizado durante o inverno para limitar a influência de exposição ao sol nos níveis de 25 - hidroxivitamina D (25[OH]D).

As crianças nos grupos da alergia ao leite de vaca e controle não diferiram em altura, massa corporal magra, ou peso, mas os valores de escore-z da densidade mineral óssea da coluna lombar foram significativamente menores em crianças que tiveram alergia ao leite de vaca, em comparação com crianças do grupo controle. Usando um questionário de frequência alimentar quantitativo validado para avaliar a ingestão dietética de cálcio e vitamina D, os autores verificaram que apenas 39% das crianças com alergia ao lei

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17 de maio de 2016

A suplementação materna com Ácido docosahexaenoico (DHA), um ácido graxo essencial polinsaturado ômega-3, aumenta o metabolismo do ferro fetal, graças a maior expressão dos genes-chave que regulam a sua transferência através da placenta.

Por  Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Um estudo multidisciplinar, publicado em dezembro de 2015 no Jornal da Revista Functional Foods, mostrou que, além de ajudar na formação inicial do cérebro, a suplementação com DHA na gestação também está relacionada ao metabolismo do ferro nos recém-nascidos. Além disso, melhora as reservas de ferro antes do nascimento e ajuda a prevenir deficiências pós-natais e os danos que a deficiência do nutriente causa para o desenvolvimento cognitivo do bebê.

A fim de realizar o estudo, os pesquisadores trabalharam com uma amostra de 110 mulheres grávidas saudáveis (no sexto mês de gestação) que deram luz em maternidades da Granada, Las Palmas de Gran Canaria.  Dois grupos foram estabelecidos: 1ª grupo, constituídos de 54 mulheres, teve a alimentação equilibrada, consumo de peixe e 2 copos de uma bebida láctea controle por dia; 2ª grupo, formado por 56 mulheres, também teve uma alimentação equilibrada, consumo de peixe, con

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4 de maio de 2016

O desejo do cérebro por calorias, e não pelo sabor doce dos alimentos, controla a necessidade e, em alguns casos, compulsão por substâncias doces.

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Um estudo publicado em 26 de Janeiro de 2016, na revista Nature Neuroscience demonstrou que a sensação de prazer proporcionada pelo consumo de um alimento doce e o valor calórico desse alimento ativa vias diferentes do cérebro e, por isso, ao ter que escolher entre comer um alimento com sabor desagradável, mas calórico, e um alimento mais saboroso, porém sem calorias, alguns animais vertebrados fizeram a primeira escolha, priorizando energia para assegurar sua sobrevivência.

Afim de identificar quais circuitos neuronais do estriado estão envolvidos na percepção específica do valor calórico dos alimentos, os estudiosos realizaram um experimento para quantificar a liberação de dopamina na região do estriado (sistema nervoso central) de camundongos após serem expostos a substâncias doces com e sem caloria.

Os resultados indicaram que houve um aumento da liberação de dopamina no estriado ventral durante a ingestão de alimentos ou bebidas doces, independentemente de qual solução estava sen

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