Consumo de peixe durante a gestação favorece desenvolvimento do bebê

19 de fevereiro de 2016

Ingestão de variedades ricas em gorduras boas foram associadas a melhor desempenho cognitivo das crianças Por Gabriela Cupani/Text4You, para Nutrociência

Não faltam motivos para incluir carne de peixe no cardápio. Uma nova pesquisa reforça essa recomendação, especialmente no caso das grávidas: quando a mãe consome esses alimentos ainda na gestação quem sai ganhando é o bebê, que teria melhor desenvolvimento cognitivo durante a infância. Além disso, parece haver um efeito protetor contra alguns traços do espectro autista. O resultado é particularmente positivo quando se trata das variedades recheadas de gorduras boas, como o salmão, atum e sardinha.

Para chegar conclusão, um grupo de pesquisadores espanhóis avaliou 1.892 pares de mães e bebês de 14 meses e 1.589 duplas com crianças de cinco anos de idade. Todos passaram por testes de desenvolvimento neuropsicológico e os resultados foram cruzados com diversas variáveis.

Os filhos de mães que consumiam peixes acima da quantidade recomendada, considerada aqui como 340 gramas por semana, tiveram melhor desempenho nas avaliações. A pontuação foi mais elevada entre aquelas que preferiam os pescados mais gordurosos.

Então, o ide

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17 de fevereiro de 2016

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Bebedouros instalados em escolas foram relacionados com a diminuição do índice de massa corporal (IMC) em alunos do ensino médio,  segundo dados  do estudo publicado no JAMA Pediatrics de janeiro de 2016.

Um modo popular de combater o aumento assustador da obesidade nos Estados Unidos é a retirada de bebidas açucaradas (sucos e refrigerantes) das cantinas escolares. Uma estratégia complementar é a campanha “água facilmente disponível e atraente” como opção de bebida nas escolas. Os estudiosos avaliaram 1.1 milhões de estudantes na Cidade de Nova York.

O estudo foi realizado em  483 escolas públicas que instalaram bebedouros entre 2008 a 2013 , e controlado em 744 escolas que não instalaram o bebedouro. O índice de massa corporal (IMC) foi comparado antes e depois da instalação dos bebedouros entre os estudantes das escolas.

A disponibilidade da água como opção de bebida nas escolas mostrou resultados significantes no índice de massa corporal dos alunos - redução de 0,9 pontos percentuais  na probabilidade de estar acima do peso entre os meninos e uma redução de 0,6 pontos percentuais na probabilidade d

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2 de fevereiro de 2016

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/ para Nutrociência

Um estudo publicado esse mês no jornal Childhood Obesity mostra a relação entre o status de peso e os fatores de risco metabólicos em crianças e adolescentes ( 6 a 19 anos de idade). Os estudiosos utilizaram dados recolhidos entre 1999-2012. Com base em uma definição de obesidade grave, como índice de massa corporal de pelo menos 35 kg/m², os pesquisadores descobriram que a prevalência de hipertensão arterial, níveis elevados de colesterol total, triglicérides, LDL, glicose de jejum e HDL baixo entre os adolescentes com obesidade​ grave foi de aproximadamente 10%, 16,5%, 30,%, 13%, 27% e 40% respectivamente, quando comparados com os adolescentes eutróficos. Os resultados aparecem  no artigo  Cardiometabolic Risk Factors among Severely Obese Children and Adolescents in the United States, 1999–2012”.

Os autores concluem que as intervenções e atenção primária devem ser contínuas para prevenir riscos cardiovasculares e controlar a prevalência de obesidade infantil. Futuros estudos longitudinais são necessários para examinar a tendência dos fatores de risco cardiometabólico ao longo do tempo.

O artigo está disponível free no site da Nut

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14 de janeiro de 2016

Pesquisas recentes têm mostrado que os hábitos alimentares dos pequenos desde os primeiros anos de vida têm influência no seu peso e, por tabela, na sua saúde e que o papel dos pais nesse assunto é muito importante

Por Thais Szegö/ Text4you, para Nutrociência

        Quando as crianças são bem novinhas, a maioria dos responsáveis fica muito mais preocupada em checar se elas estão comendo uma quantidade razoável de comida do que ficar de olho na forma como elas lidam com a alimentação. De acordo com um trabalho publicado no final de 2015 no periódico científico European Journal of Clinical Nutrition, isso é um erro, pois os hábitos alimentares podem fazer diferença na balança mesmo em crianças de dois anos. Para chegar a essa conclusão, os especialistas analisaram 1189 voluntários com essa idade e notaram que o prazer e a grande receptividade em relação comida estavam associados ao excesso de peso e obesidade.  Aqueles que ficavam saciados com mais facilidade, tinham o costume de rejeitar o que era colocado no prato sem pensar duas vezes e os que comiam muito devagar tinham mais tendência a apresentar um peso abaixo da média. Outro levantamento, esse realizado pela empresa americana Mead Johnson Nutrition com 9

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