O iceberg celíaco: do espectro clínico à sorologia e histopatologia em crianças e adolescentes com diabetes mellitus tipo1 e síndrome de Down

28 de outubro de 2015

Por Rosane Costa Gomes

A pesquisa sobre doença celíaca realizada em crianças e adolescentes com diabetes mellitus tipo1(DM1) e com síndrome de Down (SD) acompanhados em serviço especializado, na cidade do Natal/Rio Grande do Norte, trouxe um conhecimento emergente sobre o comportamento clínico da doença celíaca nesses grupos de risco e vem reforçar a necessidade imperiosa da triagem sorológica sistemática nos grupos de risco avaliados.

Foi evidenciada alta prevalência da forma potencial, sobretudo nos pacientes com DM1 e predominância da forma gastrointestinal dentre os casos de doença ativa, principalmente naqueles com SD, demonstrando que a forma silenciosa pode não ser a mais frequente, conforme afirmavam estudos prévios.

Esse perfil clínico pode ter sido modificado com o advento de marcadores sorológicos mais sensíveis e específicos, como o anti-transglutaminase e o antiendomísio, permitindo a identificação de pacientes com anticorpos positivos sem histologia compatível com a doença celíaca.

O estudo permitiu conhecer melhor uma população de risco para doença celíaca, dando contribuição aos critérios de rastreamento da doença com vistas ao d

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14 de setembro de 2015

SÃO PAULO, 10 de setembro de 2015 /PRNewswire/ -- Durante o 2º FÓRUM NACIONAL DE NUTRIÇÃO, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, presidido pelo empresário João Doria, e pelo LIDE SAÚDE, liderado pelo presidente do Hospital Albert Einstein, Claudio Lottenberg, no hotel Grand Hyatt, em São Paulo, especialistas ressaltaram a importância imediata de intervenções no estilo de vida, nos hábitos alimentares, incremento de parcerias entre indústria, setores acadêmico e público, para conter a alimentação inadequada e números galopantes da obesidade.

A prevenção da obesidade infantil foi tema da palestra de Mauro Fisberg, pediatra e Diretor do Núcleo de Dificuldades Alimentares do Hospital Infantil Sabará, que teve participação de Melina Blanco Amarins, psicóloga e psicopedagoga do Hospital Albert Einstein; e Bianca Chimenti, nutricionista e especialista do reality show Além do Peso.

"Hoje em dia temos uma espécie de terrorização nutricional. Precisamos acabar com isso", disse Fisberg. Segundo dados da OMS, 250 milhões de pessoas são obesas, o equivalente a 7% da população. "Os números são galopantes: 58% adultos e quase 30% da população pediátrica são obesos. A obesidade começa cada vez mais cedo: de 2 a 5 anos, 30% já apres

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2 de setembro de 2015
Abykeyla Mellisse Tosatti/ para Nutrociência

Alimentação saudável custa caro? O argumento de que os custos influenciam a qualidade da alimentação e assim contribuem para as desigualdades sociais observadas na saúde não é novo e agora está comprovado pela ciência.

Uma busca sistemática no periódico Nutrition Reviews selecionou diversas publicações sobre o tema e confirmou que “os alimentos de baixo valor nutricional e dietas de baixa qualidade geralmente custam menos e tendem a ser procurados por grupo de indivíduos de menor nível socioeconômico”.

Vale ressaltar que uma variedade de alimentos ricos em nutrientes estava disponível a baixo custo, contudo, nem sempre era palatável ou culturalmente aceitável para o consumidor de baixa renda. Já as “Dietas” mais saudáveis e de maior aceitabilidade, ​​foram uniformemente associadas com custos mais elevados. Isso significa que o orçamento dos alimentos para grupos em situação de pobreza é insuficiente para garantir um cardápio equilibrado.

Sendo assim, a disparidades socioeconômicas na qualidade da alimentaç

27 de agosto de 2015

Novo estudo aponta o excesso de peso como o principal motivo por trás do bullying na escola. A boa notícia é que a prática de exercícios pode ajudar a amenizar a tristeza

Por Regina Célia Pereira/Text4you, para Nutrociência

Gordo, balofo, rolha de poço, Free Willy, bolota, baleia... Não raro o moleque que está acima do peso é batizado com esses apelidos. A obesidade desponta, em um estudo, como o principal gatilho para o bullying entre a criançada. Para chegar a tal conclusão um grupo de pesquisadores entrevistou 2 866 voluntários nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Islândia. O trabalho, recém-publicado no periódico científico Pediatric Obesity, reforça a necessidade urgente de criar políticas para combater o problema e conscientizar as pessoas sobre o enorme prejuízo emocional relacionado a esse tipo de assédio moral na infância e adolescência.

O assunto também veio tona durante o 13º Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN), que acontece em São Paulo nos dias 25, 26 e 27 de setembro. Os professores Mauro Fisberg e Glória Veiga conversaram com uma plateia repleta de estudiosos sobre obesidade entre adolescentes e, entre vários aspectos, mencionara

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