Ingestão de flavonoides do cacau melhora a função endotelial na saúde de homens e mulheres: um estudo randomizado, controlado, duplo-cego.

16 de novembro de 2015

A ingestão de flavonoides do cacau melhora a função endotelial em pacientes com fatores de risco para doenças cardiovasculares.

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

Foram investigados os efeitos do flavonoides do cacau em indivíduos de meia idade saudáveis, sem história, sinais ou sintomas de doenças cardiovasculares. Em 1 mês de estudo com uma ingestão diária de 450mg de flavonoides do cacau ocorreu um aumento da função endotelial (medida como a vasodilatação mediada pelo fluxo (FMD)) que estabilizaram-se após duas semanas.

Posteriormente, em um estudo randomizado, controlado, duplo-cego, submeteram 100 homens e mulheres saudáveis de idade entre 35 e 60 anos a administrar bebida contendo 450mg de flavonoides do cacau ou uma bebida livre de flavonoides do cacau, dentro de um intervalo de um mês. O primeiro ponto analisado foi o FMD e o segundo foi a dosagem de lipídeos plasmáticos e pressão arterial, permitindo o cálculo para o escore de risco Framingham. Em 1 mês, a ingestão de flavonoides do cacau aumentou o FMD de 1 a 2%, reduziu a pressão sistólica e diastólica em 4,4mmHg e 3,9 mmHg, respectivamente, o colesterol total em 0,2 mmol/L, o LDL em 0,17 mmol/L e aumentou o HDL em 0,1

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9 de novembro de 2015

Crianças suecas que vivem com cães ou animais da fazenda apresentaram menor de risco para asma na idade de 3 a 6 anos.

Por Abykeyla Mellise Tosatti/para Nutrociencia

 Estudos anteriores sobre as associações entre a exposição dos animais e o risco de asma na infância têm sido contraditórios. Em um novo estudo, os pesquisadores utilizaram dados do Registro Sueco onde avalia se a exposição a cães ou animais da fazenda na infância esta associada com asma na infância.

Em uma coorte com cerca de 276.000 crianças, 8,2% foram expostas a cães e 0,3% com animais da fazenda (principalmente bovinos e ovinos) durante o primeiro ano de vida. Na idade de 6 anos, 4,2% da coorte tinha asma.  Ajustar para localização, fatores socioeconômicos, e história familiar de asma, asma na idade de 6 anos foi significativamente inversamente associado com a exposição a cães (OR, 0,87) e animais de fazenda (OR, 0,48).

Em uma coorte separada com cerca de 377 mil  pré-escolares acompanhadas através dos anos, a exposição a cachorros durante a infância estava associada com um risco significativamente menor de desenvolver asma na idade 3 a 5 ano

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3 de novembro de 2015
Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

O câncer de pulmão é um dos tipos de câncer que mais causa mortalidade em todo o mundo. A principal razão para o alto índice de mortalidade associado a este tipo de câncer é atribuída ao fato de que o diagnóstico é geralmente feito quando o quadro já se apresenta evoluído, não podendo ser tratado cirurgicamente ou com terapia de radiação. Algumas modificações na dieta podem ser extremamente úteis para a redução da incidência do câncer de pulmão. Frutas e legumes fornecem uma variedade de compostos bioativos que proporcionam proteção contra várias doenças, inclusive o câncer de pulmão. Uma série de estudos de investigação envolvendo alimentos funcionais apresentaram fortes evidências do papel dos alimentos na prevenção e no tratamento do câncer, identificando seus mecanismos moleculares de ação e alvos potenciais. Neste artigo de revisão, foram resumidos estudos dein-vitro e in-vivo sobre os efeitos de alguns dos mais promissores agentes dietéticos contra o câncer de pulmão. O artigo encontra-se na íntegra no site da Nutrociência em "ARTIGOS CIENTÍFICOS".

Bibliografia: Dietary agents for prevention and treatment of lung cancer.

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28 de outubro de 2015

Por Rosane Costa Gomes

A pesquisa sobre doença celíaca realizada em crianças e adolescentes com diabetes mellitus tipo1(DM1) e com síndrome de Down (SD) acompanhados em serviço especializado, na cidade do Natal/Rio Grande do Norte, trouxe um conhecimento emergente sobre o comportamento clínico da doença celíaca nesses grupos de risco e vem reforçar a necessidade imperiosa da triagem sorológica sistemática nos grupos de risco avaliados.

Foi evidenciada alta prevalência da forma potencial, sobretudo nos pacientes com DM1 e predominância da forma gastrointestinal dentre os casos de doença ativa, principalmente naqueles com SD, demonstrando que a forma silenciosa pode não ser a mais frequente, conforme afirmavam estudos prévios.

Esse perfil clínico pode ter sido modificado com o advento de marcadores sorológicos mais sensíveis e específicos, como o anti-transglutaminase e o antiendomísio, permitindo a identificação de pacientes com anticorpos positivos sem histologia compatível com a doença celíaca.

O estudo permitiu conhecer melhor uma população de risco para doença celíaca, dando contribuição aos critérios de rastreamento da doença com vistas ao d

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