Utilizados com moderação, os jogos eletrônicos podem divertir e até estimular as habilidades motoras e cognitivas

27 de janeiro de 2017
Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Os jogos eletrônicos fazem parte da rotina de muitas crianças, que já nascem com acesso tecnologia. A brincadeira traz muitas vantagens para as crianças, mas desde que haja limites e horários pré-estipulados. Foi o que mostrou o estudo publicado na revista Annals of Neurology, em 2016. Para avaliar o efeito dos jogos eletrônicos, Jesus Pujol e colaboradores avaliaram 2.442 crianças com idade entre 7 e 11 anos, em Barcelona, na Espanha.

Entre os jogos mais populares do estudo, estavam: Super Mario Brothers, FIFA e Wii Sports. Os autores constataram que as crianças que jogavam, em média, duas horas de videogame na semana, apresentavam melhor desempenho escolar e desenvolviam mais habilidades psicomotoras. Uma ressalva, o benefício continuou sendo o mesmo para os que não ultrapassavam nove horas semanais de jogos. “Para os que costumavam ficar mais de nove horas por semana jogando videogame, apresentavam-se problemas comportamentais, queda no rendimento escolar e dificuldade para dormir”, concluem os autores. “As crianças se tornam menos sociáveis, porque o tempo gasto com os games limita o tempo de outras atividades de lazer”, completam.

Tendo em vista os argument

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26 de janeiro de 2017

Em um estudo publicado no International Journal of Nutrology, mostrou que as crianças escolares brasileiras têm o hábito de realizar os lanches intermediários, o que favorece o preenchimento dos requerimentos nutricionais, principalmente de vitaminas e fbras. Porém, a composição dos lanches revelou um consumo expressivo de açúcar de adição e sódio, o que pode impactar negativamente na saúde das crianças. Isso reforça a necessidade de campanhas educativas tanto às crianças quanto aos responsáveis por sua alimentação.

Referência:

Mauro Fisberg, Agatha Nogueira Previdelli, Ana Paula Wolf Tasca Del’Arco, Abykeyla Tosatti, Carlos Alberto Nogueira-de-Almeida. Hábito alimentar nos lanches intermediários de crianças escolares brasileiras de 7 a 11 anos: estudo em amostra nacional representativa(Between meal snacks and food habits in schooler brazilian children from 7 to 11 years old: national representative sample survey).International Journal of Nutrology, v.9, n.4, p. 225-236, Set / Dez 2016

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20 de janeiro de 2017

 

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Exercícios ajudam crianças e adolescentes na capacidade de atenção, cognição e depressão

Desconcentração que aflige com frequência crianças e adolescentes pode estar acompanhada por  confusão e depressão, que também podem interferir na rotina dos jovens. A boa notícia é que pesquisadores do grupo de estudo HELENA (Healthy Lifestyle in Europe by Nutrition in Adolescence) constataram que praticar aproximadamente uma hora ou mais de exercícios – de moderados a intensos – todos os dias, apresenta benefícios em relação capacidade de atenção dos adolescentes. “Os exercícios estimulam o cérebro a funcionar”, justificam os pesquisadores. O mesmo princípio foi utilizado para amenizar os sintomas de depressão em crianças em idade escolar. “Os exercícios estimulam a geração de neurotransmissores responsáveis pelo controle do humor, como dopamina, serotonina e endorfina”, relatam os autores do estudo publicado no Pediatrics em janeiro de 2017. Estas descobertas sugerem que a prática regular de atividade física na infância e adolescência além de prevenir a depressão, também mostrou benefício na capacidade de atenç

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22 de novembro de 2016

Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

O uso de aparelhos eletrônicos antes de dormir foi associado má qualidade do sono e sua duração em crianças e adolescentes.

A tecnologia veio pra ficar! Está fazendo parte de nossas vidas e também do cotidiano de crianças e adolescentes, e pode afetar seriamente a qualidade e a duração do sono. A luta cotidiana para não dormir tem se tornado um problema de saúde pública, com resultados prejudiciais saúde infantil.

Carter e colaboradores analisaram dados de 17 estudos transversais entre crianças e adolescentes, com idade entre 6 a 19 anos,  comparando a qualidade do sono entre aqueles com e sem acesso aos aparelhos eletrônicos (TV, tablets, celulares) antes de dormir. A meta-análise foi publicada no JAMA .

Os autores verificaram que as crianças que costumam usar aparelhos eletrônicos antes de dormir – três ou mais veze

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