Tem que ter peito

6 de agosto de 2015

Do dia 1 a 7 de agosto comemora-se a semana mundial de aleitamento materno, período que deve ser festejado e utilizado para estimular essa prática entre as mães

Por Thais Szegö/Text4you, para Nutrociência

        A data é celebrada todos os anos em mais de 170 países com o objetivo de proteger e incentivar a amamentação, ato que fortalece a imunidade do bebê, protege o seu organismo de doenças como hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade durante a vida, faz com que ele se sinta mais tranquilo e seguro, evita cólicas, ajuda no seu desenvolvimento cognitivo e estimula o crescimento dos prematuros. Apesar dessa lista já ser o suficiente para convencer qualquer mulher da importância de oferecer o peito para o seu filho, os ganhos não param por aí: além da ingestão do leite materno, que preenche todas as necessidades nutricionais do pequeno e é o alimento mais bem digerido pelo seu organismo, e o contato mais próximo com a mãe, que é importantíssimo para o seu desenvolvimento afetivo, o ato de sugar também merece destaque, já que melhora a respiração, ajuda no desenvolvimento dos pulmões e fortalece o órgão contra alergias, favorece o desenvolvimento dos músculos da face e a mandíbula e o equilíbrio da arcada dentária

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4 de agosto de 2015
por Abykeyla Tosatti/para Nutrociência

A EFSA  emitiu um parecer sobre o fundamento científico de uma alegação de saúde relacionada com a vitamina D, niacina e biotina e suas contribuições para o funcionamento normal do sistema imunológico. A EFSA  concluiu que uma relação de causa e efeito foi estabelecida entre a ingestão de vitamina D, biotina e niacina e contribuição para o funcionamento normal do sistema imunológico. 

Os novos claims:

Vitamina D contribui para a função normal do sistema imunológico

Biotina contribui para o metabolismo energé

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30 de julho de 2015

Até itens considerados saudáveis podem boicotar sua dieta se consumidos exageradamente

 Por Gabriela Cupani/Text4you, para Nutrociência

 Mesmo podendo ser uma aliada da saúde, a chamada comida “fitness”, como as barrinhas e afins, não pode ser encarada como um elemento mágico capaz de garantir o resultado por si só. Numa era em que pipocam blogs sobre como conseguir a forma ideal, muita gente acaba exagerando na dose desses itens e aí o tiro sai pela culatra.

Isso é o que mostra um estudo de pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, que aponta uma tendência a exagerar no consumo de alimentos intitulados “fitness” justamente entre aqueles que precisam cortar calorias. E pior: observaram que o hábito muitas vezes desencoraja a prática de atividade física. Ao que parece, algumas pessoas encaram certos alimentos como capazes de matar dois coelhos numa mesma colherada – resolvendo de uma vez a questão da dieta saudável e eliminando a necessidade de se exercitar. O resultado? Acabam comendo calorias em excesso e boicotando o melhor jeito de queimá-las.

Quando se trata de manter a linha, n

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23 de julho de 2015

Uma nova resolução da Anvisa obriga que eles informem de maneira mais clara se há no produto ingredientes que costumam causar alergias  Por Thais Szegö/Text4you, para Nutrociência         Estima-se que entre 5 e 8% das crianças brasileiras tenham algum tipo de alergia alimentar e basta o contato com quantidades bem pequenas da substância que provoca a crise ou mesmo traços dela para desencadear os sintomas. Por isso a única forma de prevenir o problema é evitar totalmente o seu consumo. Mas essa não é uma missão muito fácil, já que as embalagens dos alimentos e bebidas industrializados não estampam de forma clara a presença dos itens que levam a esse tipo de quadro com mais frequência. Foi pensando nisso que a Anvisa aprovou no dia 24 de junho uma nova resolução que obriga os fabricantes a informar a existência de 17 alimentos que habitualmente desencadeiam essas reações: trigo, crustáceos, ovos, peixes, amendoim, soja, leite, amêndoa, avelã, castanha-de-caju, castanha-do-Pará, macadâmia, nozes, pecã, pistaches, pinoli, castanhas e os seus derivados. Não adianta apenas incluí-los na lista de ingredientes do produto, como acontecia até agora. É preciso dar destaque informação, colocando as palavras em caixa alta, negrito e com uma cor diferente do rótulo, com tam

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