Agentes dietéticos para prevenção e tratamento de Câncer no pulmão

3 de novembro de 2015
Por Abykeyla Mellisse Tosatti/para Nutrociência

O câncer de pulmão é um dos tipos de câncer que mais causa mortalidade em todo o mundo. A principal razão para o alto índice de mortalidade associado a este tipo de câncer é atribuída ao fato de que o diagnóstico é geralmente feito quando o quadro já se apresenta evoluído, não podendo ser tratado cirurgicamente ou com terapia de radiação. Algumas modificações na dieta podem ser extremamente úteis para a redução da incidência do câncer de pulmão. Frutas e legumes fornecem uma variedade de compostos bioativos que proporcionam proteção contra várias doenças, inclusive o câncer de pulmão. Uma série de estudos de investigação envolvendo alimentos funcionais apresentaram fortes evidências do papel dos alimentos na prevenção e no tratamento do câncer, identificando seus mecanismos moleculares de ação e alvos potenciais. Neste artigo de revisão, foram resumidos estudos dein-vitro e in-vivo sobre os efeitos de alguns dos mais promissores agentes dietéticos contra o câncer de pulmão. O artigo encontra-se na íntegra no site da Nutrociência em "ARTIGOS CIENTÍFICOS".

Bibliografia: Dietary agents for prevention and treatment of lung cancer.      

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28 de outubro de 2015

Por Rosane Costa Gomes

A pesquisa sobre doença celíaca realizada em crianças e adolescentes com diabetes mellitus tipo1(DM1) e com síndrome de Down (SD) acompanhados em serviço especializado, na cidade do Natal/Rio Grande do Norte, trouxe um conhecimento emergente sobre o comportamento clínico da doença celíaca nesses grupos de risco e vem reforçar a necessidade imperiosa da triagem sorológica sistemática nos grupos de risco avaliados.

Foi evidenciada alta prevalência da forma potencial, sobretudo nos pacientes com DM1 e predominância da forma gastrointestinal dentre os casos de doença ativa, principalmente naqueles com SD, demonstrando que a forma silenciosa pode não ser a mais frequente, conforme afirmavam estudos prévios.

Esse perfil clínico pode ter sido modificado com o advento de marcadores sorológicos mais sensíveis e específicos, como o anti-transglutaminase e o antiendomísio, permitindo a identificação de pacientes com anticorpos positivos sem histologia compatível com a doença celíaca.

O estudo permitiu conhecer melhor uma população de risco para doença celíaca, dando contribuição aos critérios de rastreamento da doença com vistas ao d

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14 de setembro de 2015

SÃO PAULO, 10 de setembro de 2015 /PRNewswire/ -- Durante o 2º FÓRUM NACIONAL DE NUTRIÇÃO, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, presidido pelo empresário João Doria, e pelo LIDE SAÚDE, liderado pelo presidente do Hospital Albert Einstein, Claudio Lottenberg, no hotel Grand Hyatt, em São Paulo, especialistas ressaltaram a importância imediata de intervenções no estilo de vida, nos hábitos alimentares, incremento de parcerias entre indústria, setores acadêmico e público, para conter a alimentação inadequada e números galopantes da obesidade.

A prevenção da obesidade infantil foi tema da palestra de Mauro Fisberg, pediatra e Diretor do Núcleo de Dificuldades Alimentares do Hospital Infantil Sabará, que teve participação de Melina Blanco Amarins, psicóloga e psicopedagoga do Hospital Albert Einstein; e Bianca Chimenti, nutricionista e especialista do reality show Além do Peso.

"Hoje em dia temos uma espécie de terrorização nutricional. Precisamos acabar com isso", disse Fisberg. Segundo dados da OMS, 250 milhões de pessoas são obesas, o equivalente a 7% da população. "Os números são galopantes: 58% adultos e quase 30% da população pediátrica são obesos. A obesidade começa cada vez mais cedo: de 2 a 5 anos, 30% já apres

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2 de setembro de 2015
Abykeyla Mellisse Tosatti/ para Nutrociência

Alimentação saudável custa caro? O argumento de que os custos influenciam a qualidade da alimentação e assim contribuem para as desigualdades sociais observadas na saúde não é novo e agora está comprovado pela ciência.

Uma busca sistemática no periódico Nutrition Reviews selecionou diversas publicações sobre o tema e confirmou que “os alimentos de baixo valor nutricional e dietas de baixa qualidade geralmente custam menos e tendem a ser procurados por grupo de indivíduos de menor nível socioeconômico”.

Vale ressaltar que uma variedade de alimentos ricos em nutrientes estava disponível a baixo custo, contudo, nem sempre era palatável ou culturalmente aceitável para o consumidor de baixa renda. Já as “Dietas” mais saudáveis e de maior aceitabilidade, ​​foram uniformemente associadas com custos mais elevados. Isso significa que o orçamento dos alimentos para grupos em situação de pobreza é insuficiente para garantir um cardápio equilibrado.

Sendo assim, a disparidades socioeconômicas na qualidade da alimentaç