Ter uma alimentação mais saudável custa mais do que uma alimentação pouco saudável.

2 de setembro de 2015
Abykeyla Mellisse Tosatti/ para Nutrociência

Alimentação saudável custa caro? O argumento de que os custos influenciam a qualidade da alimentação e assim contribuem para as desigualdades sociais observadas na saúde não é novo e agora está comprovado pela ciência.

Uma busca sistemática no periódico Nutrition Reviews selecionou diversas publicações sobre o tema e confirmou que “os alimentos de baixo valor nutricional e dietas de baixa qualidade geralmente custam menos e tendem a ser procurados por grupo de indivíduos de menor nível socioeconômico”.

Vale ressaltar que uma variedade de alimentos ricos em nutrientes estava disponível a baixo custo, contudo, nem sempre era palatável ou culturalmente aceitável para o consumidor de baixa renda. Já as “Dietas” mais saudáveis e de maior aceitabilidade, ​​foram uniformemente associadas com custos mais elevados. Isso significa que o orçamento dos alimentos para grupos em situação de pobreza é insuficiente para garantir um cardápio equilibrado.

Sendo assim, a disparidades socioeconômicas na qualidade da alimentaç

27 de agosto de 2015

Novo estudo aponta o excesso de peso como o principal motivo por trás do bullying na escola. A boa notícia é que a prática de exercícios pode ajudar a amenizar a tristeza

Por Regina Célia Pereira/Text4you, para Nutrociência

Gordo, balofo, rolha de poço, Free Willy, bolota, baleia... Não raro o moleque que está acima do peso é batizado com esses apelidos.  A obesidade desponta, em um estudo, como o principal gatilho para o bullying entre a criançada. Para chegar a tal conclusão um grupo de pesquisadores entrevistou 2 866 voluntários nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Islândia. O trabalho, recém-publicado no periódico científico Pediatric Obesity, reforça a necessidade urgente de criar políticas para combater o problema e conscientizar as pessoas sobre o enorme prejuízo emocional relacionado a esse tipo de assédio moral na infância e adolescência.

O assunto também veio à tona durante o 13º Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN), que acontece em São Paulo nos dias 25, 26 e 27 de setembro. Os professores Mauro Fisberg e Glória Veiga conversaram com uma plateia repleta de estudiosos sobre obesidade entre adolescentes e, entre vários aspectos, menciona

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20 de agosto de 2015

Praticar atividades físicas desde a infância traz diversos benefícios para a saúde física, mental e emocional da criança por toda a vida

Por Thais Szegö/Text4you, para Nutrociência

          Trabalha a postura e combate o desenvolvimento de problemas posturais, leva a um aumento da força muscular, desenvolve o sistema motor e o sistema nervoso central, melhora a aptidão cardiorrespiratória, a flexibilidade, a coordenação motora e o equilíbrio, evita o excesso de peso e todas as doenças e sintomas relacionados a ele, estimula a socialização e a disciplina, cria laços de amizade, ensina a ganhar e a perder e eleva a autoestima. Ufa! A lista de ganhos que colocar a camisa para suar pode trazer para os pequenos e que eles levam para toda a vida parece não ter fim, mas um estudo recente acrescentou mais um item a ela. De acordo com uma revisão de estudos publicado no renomado periódico científico Clinical Orthopaedics and Related Research, o esqueleto também sai ganhando, pois há um reforço anual de 0,6% a 1,7% na formação óssea, principalmente naqueles que estão na fase pré-puberdade, e, de acordo com os autores do trabalho, esse efeito persiste até a fase adulta, ajudando no combate à osteoporose. Para reforçar esse efei

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6 de agosto de 2015

Do dia 1 a 7 de agosto comemora-se a semana mundial de aleitamento materno, período que deve ser festejado e utilizado para estimular essa prática entre as mães

Por Thais Szegö/Text4you, para Nutrociência

         A data é celebrada todos os anos em mais de 170 países com o objetivo de proteger e incentivar a amamentação, ato que fortalece a imunidade do bebê, protege o seu organismo de doenças como hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade durante a vida, faz com que ele se sinta mais tranquilo e seguro, evita cólicas, ajuda no seu desenvolvimento cognitivo e estimula o crescimento dos prematuros. Apesar dessa lista já ser o suficiente para convencer qualquer mulher da importância de oferecer o peito para o seu filho, os ganhos não param por aí: além da ingestão do leite materno, que preenche todas as necessidades nutricionais do pequeno e é o alimento mais bem digerido pelo seu organismo, e o contato mais próximo com a mãe, que é importantíssimo para o seu desenvolvimento afetivo, o ato de sugar também merece destaque, já que melhora a respiração, ajuda no desenvolvimento dos pulmões e fortalece o órgão contra alergias, favorece o desenvolvimento dos músculos da face e a mandíbula e o equilíbrio da arcada dentária

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