O papel da família na formação do habito alimentar saudável.

27 de janeiro de 2017
Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Evidências científicas mostram que a formação do hábito alimentar da criança sofre forte influência de múltiplos fatores, incluindo comunidade, sociedade e família.

O simpósio, organizado pelo Instituto Danone Internacional, durante o III Conferência Internacional sobre Nutrição e Crescimento, em março de 2016, teve como objetivo abordar o tema: Refeições em família e o papel dos pais na formação das práticas alimentares dos filhos.

O conteúdo do e-book contém os seguintes tópicos:

  • Como ajudar os pais a modelar práticas alimentares saudáveis, Jayne Fulkerson (University of Minnesota, EUA)
  • Prática de refeições em família e qualidade da dieta das crianças, Luis Moreno (Universidade de Zaragoza, Espanha)
  • Os benefícios da refeição em família, Jess Haines (Universidade de Guelph, Canadá)

 

27 de janeiro de 2017
Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Os jogos eletrônicos fazem parte da rotina de muitas crianças, que já nascem com acesso tecnologia. A brincadeira traz muitas vantagens para as crianças, mas desde que haja limites e horários pré-estipulados. Foi o que mostrou o estudo publicado na revista Annals of Neurology, em 2016. Para avaliar o efeito dos jogos eletrônicos, Jesus Pujol e colaboradores avaliaram 2.442 crianças com idade entre 7 e 11 anos, em Barcelona, na Espanha.

Entre os jogos mais populares do estudo, estavam: Super Mario Brothers, FIFA e Wii Sports. Os autores constataram que as crianças que jogavam, em média, duas horas de videogame na semana, apresentavam melhor desempenho escolar e desenvolviam mais habilidades psicomotoras. Uma ressalva, o benefício continuou sendo o mesmo para os que não ultrapassavam nove horas semanais de jogos. “Para os que costumavam ficar mais de nove horas por semana jogando videogame, apresentavam-se problemas comportamentais, queda no rendimento escolar e dificuldade para dormir”, concluem os autores. “As crianças se tornam menos sociáveis, porque o tempo gasto com os games limita o tempo de outras atividades de lazer”, completam.

Tendo em vista os argument

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26 de janeiro de 2017

Em um estudo publicado no International Journal of Nutrology, mostrou que as crianças escolares brasileiras têm o hábito de realizar os lanches intermediários, o que favorece o preenchimento dos requerimentos nutricionais, principalmente de vitaminas e fbras. Porém, a composição dos lanches revelou um consumo expressivo de açúcar de adição e sódio, o que pode impactar negativamente na saúde das crianças. Isso reforça a necessidade de campanhas educativas tanto às crianças quanto aos responsáveis por sua alimentação.

Referência:

Mauro Fisberg, Agatha Nogueira Previdelli, Ana Paula Wolf Tasca Del’Arco, Abykeyla Tosatti, Carlos Alberto Nogueira-de-Almeida. Hábito alimentar nos lanches intermediários de crianças escolares brasileiras de 7 a 11 anos: estudo em amostra nacional representativa(Between meal snacks and food habits in schooler brazilian children from 7 to 11 years old: national representative sample survey).International Journal of Nutrology, v.9, n.4, p. 225-236, Set / Dez 2016

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20 de janeiro de 2017

 

Por Abykeyla Mellisse Tosatti

Exercícios ajudam crianças e adolescentes na capacidade de atenção, cognição e depressão

Desconcentração que aflige com frequência crianças e adolescentes pode estar acompanhada por  confusão e depressão, que também podem interferir na rotina dos jovens. A boa notícia é que pesquisadores do grupo de estudo HELENA (Healthy Lifestyle in Europe by Nutrition in Adolescence) constataram que praticar aproximadamente uma hora ou mais de exercícios – de moderados a intensos – todos os dias, apresenta benefícios em relação capacidade de atenção dos adolescentes. “Os exercícios estimulam o cérebro a funcionar”, justificam os pesquisadores. O mesmo princípio foi utilizado para amenizar os sintomas de depressão em crianças em idade escolar. “Os exercícios estimulam a geração de neurotransmissores responsáveis pelo controle do humor, como dopamina, serotonina e endorfina”, relatam os autores do estudo publicado no Pediatrics em janeiro de 2017. Estas descobertas sugerem que a prática regular de atividade física na infância e adolescência além de prevenir a depressão, também mostrou benefício na capacidade de atenç

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